Chegar e partir : o Capão do Lana : arqueologia de um pouso de viajantes

dc.creatorAnaeli Queren Xavier Almeida
dc.date.accessioned2024-12-23T16:54:43Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:35:13Z
dc.date.available2024-12-23T16:54:43Z
dc.date.issued2021-07-30
dc.description.abstractCapão do Lana appeared in the early eighteenth century. It began as a small subsistence farm, until it became an important stop on the Caminho Novo (New Road) and the main imperial topaz mine in the world. The Caminho Novo connected Rio de Janeiro and Minas Gerais and was one of the busiest routes in the region in the eighteenth and nineteenth century. The Capão inn attracted many travelers who wanted to rest after their long journeys. With the discovery of topaz in the area, Capão do Lana also became a mining site, becoming a stop point for naturalistic travelers of the nineteenth century who wanted to know more about the mineral. With the decay of gold mining and the introduction of railroads, Capão also declined as an inn, gradually returning to be a domestic unit until its abandonment in the twentieth century. Despite the historical importance of Capão, its material history remained poorly explored. Therefore, its study through archeology allowed the reconstruction of part of the inn's daily life. Some issues that arose during this research were: how was the division between the family space and the guest space, given that the inn was also the owners' place of residence? Was this division be reflected in the material culture found? What are the crucial differences between the types of domestic remains and those of an inn? Would a markedly segmented society, such as colonial and imperial Brazilian societies, reflect this segmentation in a space, in principle, of more plural coexistence?
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/78807
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectAntropologia - Teses
dc.subjectArqueologia e história - Teses
dc.subjectCultura material - Teses
dc.subject.otherCapão do Lana
dc.subject.otherEstalagem
dc.subject.otherArqueologia histórica
dc.subject.otherCultura material
dc.titleChegar e partir : o Capão do Lana : arqueologia de um pouso de viajantes
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Luís Cláudio Pereira Symanski
local.contributor.advisor1Carlos Magno Guimarães
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6390008091943062
local.contributor.referee1Marcos André Torres de Souza
local.contributor.referee1Camilla Agostini
local.contributor.referee1Luana Carla Martins Campos Akinruli
local.contributor.referee1Sarah de Barros Viana Hissa
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8323490190214600
local.description.resumoO Capão do Lana surgiu no princípio do século XVIII. Começou como uma pequena fazenda de subsistência, até se tornar um importante ponto de parada do Caminho Novo e a principal mina de topázio imperial do mundo. O Caminho Novo fazia a ligação entre o Rio de Janeiro e as Minas Gerais e foi um dos caminhos mais movimentados da região nos séculos XVIII e XIX. A estalagem do Capão atraía diversos viajantes que queriam descansar de suas longas viagens. Com a descoberta do topázio no local, o Capão do Lana também se tornou um ponto de mineração desta pedra, tornando-se lugar de parada para viajantes naturalistas do século XIX que queriam conhecer mais sobre o mineral. Com a decadência da mineração do ouro e a introdução das ferrovias, o Capão também entrou em declínio como estalagem, voltando gradualmente a ser exclusivamente uma unidade doméstica até seu abandono no século XX. Apesar da importância histórica do Capão, sua história material permanecia pouco explorada. Contudo, seu estudo, por meio da arqueologia, permitiu a reconstituição de parte do cotidiano da estalagem. Algumas perguntas que surgiram para desenvolver esta pesquisa foram: como se deu a divisão entre o espaço da família e o espaço dos hóspedes, já que a estalagem também era o local de residência dos proprietários? Essa divisão se refletiu na cultura material encontrada? Quais as diferenças cruciais entre os tipos de vestígios domésticos e o de uma estalagem? Uma sociedade marcadamente segmentada como foram as sociedades colonial e imperial brasileira refletiria essa segmentação em um espaço, a princípio, de convivência mais plural?
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Antropologia

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