A produtividade da capacidade de imaginação em Kant: as relações entre a Crítica da faculdade de juízo estética e a Analítica transcendental
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Dissertação de mestrado
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Membros da banca
Patricia Maria Kauark Leite
Guido Antônio de Almeida
Guido Antônio de Almeida
Resumo
O objetivo do presente trabalho é determinar com exatidão o que é a produtividade da capacidade de imaginação - mostrando qual é a sua função nos juízos determinantes e nos juízos estéticos e investigando se ela pode ser caracterizada do mesmo modo em ambos. Para tanto, explicitar-se-á o que é a "harmonia das faculdades" a fim de apontar quais são as diferenças na relação entre capacidade de imaginação e entendimento na realização de juízos determinantes por um lado, e de juízos reflexivos por outro - enfatizando o que seja a liberdade e a submissão da capacidade de imaginação diante das regras do entendimento. Isso implica esclarecer satisfatoriamente a função de exibição (Darstellung) do objeto do conceito na intuição, expondo as distinções e relações entre seus modos simbólico e esquemático, indicando em que medida ela é um processo realizado pela capacidade de imaginação, pela capacidade de juízo e pelo entendimento. Por fim, mostraremos que as idéias estéticas, enquanto representações da capacidade de imaginação, podem contribuir para o conhecimento empírico através de seu excesso intuitivo que sugere novas regras de apreciação da experiência - indicando como a capacidade de imaginação produtiva se torna criativa.
Abstract
Assunto
Filosofia, Filosofia alemã Séc XVIII, Filosofia moderna Séc XVIII, Estetica (Filosofia), Kant, Immanuel, 1724-1804
Palavras-chave
Imaginação, Kant