Padrões fitogeográficos da região central do domínio atlântico brasileiro

dc.creatorFelipe Zamborlini Saiter
dc.date.accessioned2019-08-10T13:45:52Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:16:59Z
dc.date.available2019-08-10T13:45:52Z
dc.date.issued2015-05-18
dc.description.abstractRestinga forests are one of the most endangered and neglected ecosystems of the South America and their pythogeographic patterns are poorly known. Here, we submitted climatic and occurrence data of tree species from Restinga sites in the central part of the Atlantic forest tonumerical analyses in order to determine the role of climate and geographical location of sites in a latitudinal floristic gradient, and to discuss the implications of such patterns for conservation. We confirmed the existence of such a gradient, one that was strongly related to climaticseasonality, and especially to temperature seasonality. Within this gradient, we noticed a stronger variation in composition in a region known for its transitional climate, from seasonal to nonseasonal.The shifts in climatic seasonality can be explained by a set of atmospheric and oceanographic phenomena and by geographical relief inland. Geographical location influences species composition because spatial proximity means similarity in climatic conditions, althoughdispersal difficulties can also limit the distribution of some species. Within the study region, we recognize the Regência-Prado stretch as the most relevant area for conservation of Restingas, because of the paucity of reserves and the high floristic variation within a relatively shortdistance along the coast.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-A58JFH
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBiodiversidade Conservação
dc.subjectFlorestas Conservação
dc.subjectFitogeografia
dc.subjectMata Atlântica
dc.subjectMacroecologia
dc.subject.otherVariação florística
dc.subject.otherambiental
dc.subject.otherFloresta Atlântica
dc.subject.otherFitogeografia
dc.subject.otherGradiente
dc.subject.otherMacroecologia
dc.titlePadrões fitogeográficos da região central do domínio atlântico brasileiro
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Pedro Vasconcellos Eisenlohr
local.contributor.advisor1Ary Teixeira de Oliveira Filho
local.contributor.referee1Rubens Manoel dos Santos
local.contributor.referee1Fernando Augusto de Oliveira e Silveira
local.contributor.referee1Marco Aurélio Leite Fontes
local.description.resumoA região central do Domínio Atlântico brasileiro se estende do Recôncavo Baiano ao rio Paraíba do Sul (12°-22° Sul). As florestas dessa região são caracterizadas por elevados níveis de diversidade florística e endemismo. Meu objetivo principal nesta tese foi investigar o papel de variáveis ambientais e espaciais na variação florística ao longo da região central do Domínio Atlântico brasileiro. Eu usei subconjuntos distintos de um extenso banco de dados para responder perguntas específicas relacionadas a esse objetivo. O banco de dados completo foi composto por 53.237 registros de ocorrência de 3.047 espécies arbóreas em 227 localidades e 49 variáveis geoclimáticas. Para cada um dos cinco capítulos eu escolhi um escopo analítico diferente considerando algumas das seguintes técnicas: análises de ordenação, de agrupamento, de autocorrelação espacial, ANOVA, e modelos de regressão linear e de dissimilaridade ecológica. Os capítulos foram integrados sob o tema geral de conservação de florestas. Eu indiquei mudanças climáticas como causas da quebra da Floresta Atlântica em dois blocos florísticos em torno da latitude 18°-19° S. Demonstrei que variações na sazonalidade do clima e na localização geográfica são, provavelmente, as principais causas do gradiente florístico latitudinal em restingas. Notei que a variação florística no leste da Bahia está relacionada a gradientes de balanço água-energia e de temperatura, e confirmei parcialmente a consistência de uma classificação das florestas dessa região de acordo com faixas altitudinais e regime de renovação foliar. Identifiquei seis unidades florísticas na bacia do rio Doce, onde a variação florística está fortemente relacionada a mudanças sazonais na precipitação e na temperatura. Por fim, revisei a controversa classificação da Floresta de Linhares e discuti o efeito de intercâmbios florísticos sobre a sua alta diversidade.
local.publisher.initialsUFMG

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