Estudo da adequação de critérios de boas práticas de fabricação na avaliação de fábricas de cachaça de alambique
| dc.creator | Anderson Ferreira Vilela | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-12T14:12:51Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:46:16Z | |
| dc.date.available | 2019-08-12T14:12:51Z | |
| dc.date.issued | 2005-05-31 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/MBSA-7KUMG7 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Cachaça Métodos de produção | |
| dc.subject | Cachaça Indústrias Controle de qualidade | |
| dc.subject.other | Cachaça | |
| dc.subject.other | Aguardente | |
| dc.subject.other | Boas Práticas de Fabricação | |
| dc.subject.other | Condições higiênico-sanitárias | |
| dc.subject.other | Processamento | |
| dc.subject.other | Qualidade físico-química | |
| dc.title | Estudo da adequação de critérios de boas práticas de fabricação na avaliação de fábricas de cachaça de alambique | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor-co1 | Accacia Julia Guimaraes Pereira | |
| local.contributor.advisor1 | Evelyn de Souza Oliveira | |
| local.contributor.referee1 | Helmuth Guido Siebald Luna | |
| local.contributor.referee1 | Amazile Biagioni Ribeiro de Abreu Maia | |
| local.contributor.referee1 | Roberto Goncalves Junqueira | |
| local.description.resumo | Foram avaliadas 27 fábricas de cachaça das regiões de Salinas, Betim e Arcos em Minas Gerais e Vassouras no Rio de Janeiro tendo por referência os padrões de Boas Práticas Fabricação (BPF) e os parâmetros físico-químicos da cachaça exigidos pela legislação brasileira. Em todas as amostras analisadas os teores de metanol,furfural, açúcares e a soma dos compostos secundários ficaram dentro dos limites estabelecidos pela legislação. O teor de álcoois superiores foi o parâmetro responsável pelo maior percentual (36%) de reprovação das cachaças, seguido pelo cobre e acidez (20% cada). Das fábricas de cachaça avaliadas 59,3% receberam a classificação regular e 33,3% foram classificadas como ruim, o que reflete a falta de controle do processo de produção da cachaça. Verificou-se a influência da regionalidade, da capacidade de produção e da condição fiscal (clandestinas ou registradas) das fábricas na nota BPF. A condição fiscal também influenciou o percentual de atendimento aos parâmetros físico-químicos. O uso da lista de verificação e da nota BPF apresentoucorrelação com a quantidade de parâmetros reprovados na análise físico-química da cachaça | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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