Estudo molecular e análise filogenética do segmento-7 do vírus da língua azul (orbivirus caerulinguae) isolados de cervídeos da espécie mazama nana

dc.creatorBárbara Chrispin Longo
dc.date.accessioned2025-04-28T12:22:50Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:47:38Z
dc.date.available2025-04-28T12:22:50Z
dc.date.issued2024-12-16
dc.description.abstractThe Cervidae family, comprising 56 globally distributed species, includes six genera of deer in Latin America, represented by 17 species, seven of which are found in Brazil. Among these, Mazama nana and Blastocerus dichotomus are classified as vulnerable species, facing extinction risks due to hunting, habitat destruction, and infectious and non-infectious diseases. The population decline of these deer can be attributed to factors such as viral diseases, particularly hemorrhagic diseases caused by viruses from the Sedoreoviridae family, such as Orbivirus caerulinguae (Bluetongue Virus - BTV) and Orbivirus ruminantium (Epizootic Hemorrhagic Disease Virus - EHDV), which are transmitted by Culicoides midges. At ITAIPU Binacional, the Bela Vista Biological Refuge (RBV) plays a fundamental role in the conservation of native Brazilian wildlife, including Mazama nana and Blastocerus dichotomus. In this location, different BTV serotypes have been identified, with clinical cases characterized by acute and fatal conditions. This study aims to advance the understanding of the epidemiology of these viruses at RBV, focusing on the molecular analysis of segment 7 (Seg-7) of Orbivirus caerulinguae, which encodes the structural protein VP7. This protein is considered the most immunodominant and is correlated with viral replication in the vector. The role of this protein in viral replication within the vector is associated with the geographic origin of the virus, as the distribution of Culicoides species varies geographically. Thus, Seg-7 analysis can help trace possible routes of introduction and maintenance of BTV at RBV - ITAIPU, as well as in Brazil.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/81908
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subject.otherDoenças transmissíveis em animais
dc.subject.otherCervídeo
dc.subject.otherVírus da língua azul
dc.titleEstudo molecular e análise filogenética do segmento-7 do vírus da língua azul (orbivirus caerulinguae) isolados de cervídeos da espécie mazama nana
dc.title.alternativeMOLECULAR STUDY AND PHYLOGENETIC ANALYSIS OF SEGMENT-7 OF THE BLUETONGUE VIRUS (ORBIVIRUS CAERULINGUAE) ISOLATED FROM MAZAMA NANA DEER
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Maria Isabel Maldonado Coelho Guedes
local.contributor.advisor1Zélia Inês Portela Lobato
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3114220357898003
local.contributor.referee1Zélia Inês Portela Lobato
local.contributor.referee1Erica Azevedo Costa
local.contributor.referee1Ana Carolina Diniz Matos
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9252563639373272
local.description.resumoA família Cervidae, composta por 56 espécies globalmente distribuídas, inclui 6 gêneros de cervídeos na América Latina, representados por 17 espécies, sendo 7 delas no Brasil. Entre essas, Mazama nana e Blastocerus dichotomus, que são espécies vulneráveis, em risco de extinção devido a caça, destruição do habitat e doenças infecciosas e não infecciosas. A redução da população destes cervídeos pode ser atribuída a fatores como doenças virais, especialmente as doenças hemorrágias, como as causadas por vírus da família Sedoreoviridae, como o Orbivirus caerulinguae (Vírus da Língua Azul - VLA) e Orbivirus ruminantium (Vírus da doença epizoótica hemorrágica VDEH), que são transmitidos por dípteros do gênero Culicoides. Na ITAIPU Binacional, há o Refúgio Biológico Bela Vista (RBV) que possui um papel fundamental na conservação de animais silvestres, entre eles, cervídeos nativos brasileiros como Mazama nana e Blastocerus dichotomus. Neste local, diferentes sorotipos do VLA têm sido identificados, com casos clínicos caracterizados por quadros agudos e fatais. O presente estudo busca avanços no entendimento da epidemiologia desses vírus no RBV, com foco na análise molecular do segmento 7 (Seg-7) do Orbivirus caerulinguae, que codifica a proteína estrutural VP7, considerada a mais imunodominante e que está correlacionada a multiplicação viral no vetor. A participação dessa proteína na multiplicação viral no vetor, temcorrelação com a origem geográfica dos vírus, uma vez que a distribuição das espécies de Cullicoides spp é geograficamente diversa. Dessa forma, a análise do Seg-7 pode nos auxiliar a traçar possíveis rotas de introdução e manutenção do VLA no RBV - ITAIPU, bem como no Brasil.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentVETER - ESCOLA DE VETERINARIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Animal

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