Vozes da pandemia da Covid-19: o que aprendemos sobre a nossa saúde mental?
| dc.creator | Patrícia Aguiar de Olveira Soares | |
| dc.creator | Adriane Vieira | |
| dc.creator | Carla Aparecida Spagnol | |
| dc.creator | Karla Rona da Silva | |
| dc.creator | Patrícia Lourdes Silva | |
| dc.creator | Ester Eliane Jeunon | |
| dc.date.accessioned | 2025-08-28T00:38:43Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:41:59Z | |
| dc.date.available | 2025-08-28T00:38:43Z | |
| dc.date.issued | 2024-11-14 | |
| dc.description.abstract | At the end of 2019, a new serious respiratory illness emerged in Wuhan, China. Quickly disseminated globally, the World Health Organization (WHO) declared the event a pandemic in March 2020. The study aimed to analyze the effects of working on the front line of the COVID 19 pandemic on the mental health of professionals, exploring their coping strategies and the discourses formed around this experience. The analysis is based on Michel Foucault's post-structuralist concepts. The research was qualitative and had health professionals as the unit of analysis, including nurses, doctors, nursing technicians and physiotherapists. They worked in various health services during the initial years of the pandemic (2020-2021), when vaccination coverage was low. The study explored how fear of contamination and working conditions affected their lives. Three central discursive characters emerged: "panoptism" (constant surveillance), the "vector" (the one who carries the virus) and the "hero" (professional who faces the pandemic). Coping strategies included the use of alcohol, physical activities and psychological support. The study also criticized the Brazilian government for its denialist response to the pandemic, neglecting protective measures. The need to develop strategies for caring for the mental health of professionals is highlighted and promotes critical reflection on power structures, aiming to improve the resilience and well-being of these workers. | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.doi | https://doi.org/10.55905/revconv.17n.12-201 | |
| dc.identifier.issn | 19887833 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/84659 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Contribuciones a Las Ciencias Sociales | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Covid-19 | |
| dc.subject | Saúde mental | |
| dc.subject | Saúde pessoal | |
| dc.subject | Trabalhadores | |
| dc.subject.other | Covid-19 | |
| dc.subject.other | Panóptico | |
| dc.subject.other | Poder disciplinar | |
| dc.subject.other | Saúde mental | |
| dc.subject.other | Trabalhadores | |
| dc.title | Vozes da pandemia da Covid-19: o que aprendemos sobre a nossa saúde mental? | |
| dc.type | Artigo de periódico | |
| local.citation.epage | 23 | |
| local.citation.issue | 12 | |
| local.citation.spage | 1 | |
| local.citation.volume | 17 | |
| local.description.resumo | No final de 2019, uma nova enfermidade respiratória grave surgiu em Wuhan, China. Rapidamente disseminada globalmente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o evento como uma pandemia em março de 2020. O estudo teve como objetivo analisar os efeitos da atuação na linha de frente da pandemia de COVID-19 na saúde mental dos profissionais, explorando suas estratégias de enfrentamento e os discursos formados em torno dessa vivência. A análise é fundamentada nos conceitos pós-estruturalistas de Michel Foucault. A pesquisa foi qualitativa e teve como unidade de análise profissionais da saúde, incluindo enfermeiros, médicos, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas. Eles atuaram em diversos serviços de saúde durante os anos iniciais da pandemia (2020-2021), quando a cobertura vacinal era baixa. O estudo explorou como o medo da contaminação e as condições de trabalho afetaram suas vidas. Três personagens discursivos centrais emergiram: o "panoptismo" (vigilância constante), o "vetor" (aquele que carrega o vírus) e o "herói" (profissional que enfrenta a pandemia). As estratégias de enfrentamento incluíram o uso de álcool, atividades físicas e apoio psicológico. O estudo também criticou o governo brasileiro por sua resposta negacionista à pandemia, negligenciando medidas de proteção. Destaca-se a necessidade de desenvolver estratégias de cuidado com a saúde mental dos profissionais e promove a reflexão crítica sobre as estruturas de poder, visando a melhoria da resiliência e do bem-estar desses trabalhadores. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | ENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM APLICADA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | https://ojs.revistacontribuciones.com/ojs/index.php/clcs/article/view/12722 |