Recuperação paralela em uma turma de segundo ano da Rede Municipal de Belo Horizonte: possibilidades e limites

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Monografia de especialização

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Primeiro orientador

Membros da banca

Camila Sequetto Pereira

Resumo

Desde sempre a aprendizagem dos alunos ditos com dificuldade de aprendizagem tem sido um grande desafio nas escolas. São muitas as tentativas para que dentro da sala de aula nenhum aluno fique para trás. O trabalho com a Recuperação Paralela é mais uma tentativa, entre inúmeras outras, para que a diversidade da sala de aula seja trabalhada de forma respeitosa e eficaz. Apesar dos grandes esforços para atender as diversas necessidades das crianças, sabemos que não é fácil possibilitar o avanço de cada sujeito num universo de vinte e cinco alunos que trazem consigo bagagens e necessidades tão diferentes. Por isso, esse trabalho vem discutir quais as possibilidades e os limites do trabalho de Recuperação Paralela no Ensino Fundamental formalizado pela Prefeitura Municipal de Belo Horizonte em 2012, com a publicação da Portaria SMED 018/2012. Aqui, discutiremos quais documentos norteiam, hoje, a rede pública de Belo Horizonte, o que faz com que um aluno entre ou não para o processo de recuperação , quais instrumentos usados para avaliar as crianças na alfabetização e demais assuntos relacionados ao processo de recuperação. A boa interação com a família, o bom uso dos recursos oferecidos pela escola e a motivação dos alunos são fatores que podem garantir bons resultados ao final do processo.

Abstract

Assunto

Professores de ensino fundamental Formação , Fracasso escolar

Palavras-chave

Recuperação Paralela, Capacidades, Avaliação e planejamento

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