Os rastros do silêncio: o diálogo entre literatura e loucura em Armadilha para Lamartine, de Carlos & Carlos Sussekind

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Dissertação de mestrado

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Membros da banca

Georg Otte
Rodrigo Guimarães Silva

Resumo

O final do século XIX trouxe consigo novos horizontes para o exercício da escrita. A literatura abandonou sua tendência à representatividade, renovou seu olhar sobre o ato da escrita e instaurou uma relação entre literatura e loucura. A palavra do louco, que durante muito tempo foi renegada ao silêncio, passa a ser marcada pó essa voz que surge a partir de um furo evidenciado por meio da linguagem. Essa relação se configura como o objeto desta dissertação, na qual se busca analisar a obra Armadilha para Lamartine, de Carlos & Carlos Sussekind, à luz do diálogo entre loucura e literatura.

Abstract

Assunto

Literatura e loucura, Literatura Filosofia, Sussekind, Carlos, 1933- Armadilha para Lamartine Critica e interpretação, Foucault, Michel, 1926-1984 História da loucura na idade clássica Crítica e interpretação, Mendonça, Carlos Sussekind de, 1899-1968 Armadilha para Lamartine Critica e interpretação

Palavras-chave

Carlos & Carlos Sussekind, linguagem, literatura e loucura, Armadilha para Lamartine

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