Viabilidade de bactérias láticas, índice de pH e acidez em queijos tipo Minas frescal comercializados em feiras livres da cidade de Montes Claros

dc.creatorHandray Fernandes de Souza
dc.creatorLílian Ferreira Neves
dc.creatorGabriel Sthefano Lourenço Pereira
dc.creatorFernanda Guimarães
dc.creatorBruna Mara Aparecida de Carvalho
dc.creatorIgor Viana Brandi
dc.date.accessioned2022-04-20T14:24:05Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:29:40Z
dc.date.available2022-04-20T14:24:05Z
dc.date.issued2017-08
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipOutra Agência
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/41097
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSimpósio de Engenharia de Alimentos da UFMG - SIMEALI
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectQueijo-de-minas
dc.subjectÁcido lático
dc.subjectSegurança alimentar
dc.titleViabilidade de bactérias láticas, índice de pH e acidez em queijos tipo Minas frescal comercializados em feiras livres da cidade de Montes Claros
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage660
local.citation.issue2
local.citation.spage656
local.description.resumoPor ser de fabricação simples e baixo custo, o queijo Minas frescal representa a maioria dos queijos comercializados no mercado. As bactérias láticas presentes no leite e/ou adicionadas intencionalmente, desempenham papel importante na fermentação dos alimentos. Suas atividades metabólicas contribuem para a conservação e estão relacionadas a funções antimicrobianas. Este trabalho teve como objetivo avaliar viabilidade de bactérias láticas, índice de pH e acidez em queijo tipo Minas frescal comercializados em feiras livres da cidade de Montes Claros. Foram realizadas análises de pH, acidez e células láticas viáveis. Os resultados mostraram que para o índice de pH e acidez, houve diferenças significativas (p ≤ 0,05). O pH das amostras variou entre 4,76 e 6,25. Em relação a acidez, as amostras B (1,32%) e A (1,29%) (estatisticamente iguais) diferiram significativamente das demais amostras. Os valores da contagem de bactérias láticas variaram de 2,0x105 a 9,9x107 UFC/g. Pode-se concluir então, que as variações no índice de pH, acidez e nos valores de bactérias láticas podem estar ligados, possivelmente, a falhas no controle de qualidade sendo necessária a aplicação de processo tecnológico e/ou padrões específicos, visando a melhoria da qualidade nos queijos.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.simeali.com/_files/ugd/c971a0_c43e8e4635454ea6a323e6e77c19e82a.pdf

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