O uso do clítico 'SE' impessoal em artigos científicos

dc.creatorLucas Willian Oliveira Marciano
dc.creatorAna Larissa Adorno Marciotto Oliveira
dc.date.accessioned2022-12-14T20:15:53Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:27:09Z
dc.date.available2022-12-14T20:15:53Z
dc.date.issued2020-07
dc.description.abstractThis work aims to analyze the occurrences of clitic SE in academic papers in Brazilian Portuguese (BP). In focus there are instances in which SE, typically considered passive by Traditional Grammar, acts as index of indetermination, clashing with prescriptive grammar rules of agreement, while also indicating the use of a strategy of deagentivization (Nunes, 1991; Bagno, 2001 and 2000). In order to carry the research, scientific papers were collected from the Corpus of Academic Articles of Brazilian Portuguese (CAPB – FALE - UFMG) from the area of Biological Sciences. The data revealed a significant use of SE as an index of indetermination. They also pointed to a change from the use of passive SE towards indetermination. The phenomenon has also proved to have impacted verbal agreement, as well as the notion of neutrality within the academic text in BP.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2176-9125
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/47996
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevLet: Revista Virtual de Letras
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLinguística
dc.subjectRedação acadêmica
dc.subjectMorfemas
dc.subjectGramatica comparada e geral - Morfologia
dc.subject.otherClítico SE
dc.subject.otherDesagentivização
dc.subject.otherIndeterminação
dc.subject.otherArtigo científico
dc.titleO uso do clítico 'SE' impessoal em artigos científicos
dc.title.alternativeThe use of the impersonal clitic 'SE' in academic papers
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage56
local.citation.issue1
local.citation.spage37
local.citation.volume12
local.description.resumoEste trabalho tem como objetivo analisar as ocorrências do clítico SE em artigos acadêmicos em português do Brasil (PB). Em foco estão os casos em que o SE, considerado apassivador pela gramática tradicional, age como indeterminador, dispensando a concordância prescritiva e indicando a presença de uma estratégia de impessoalização (Nunes, 1991; Bagno, 2001 e 2000). Para o estudo, foram coletados artigos científicos no Corpus de Artigos Acadêmicos do Português Brasileiro (CAPB – FALE - MG) da área de Ciências Biológicas. Os dados revelaram o uso substancial do SE como indeterminador, bem como uma mudança do SE apassivador para a função de indeterminador. Esses resultados apresentaram também impactos significativos na concordância verbal, bem como na noção de neutralidade no texto acadêmico em PB.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7317-4306
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1857-0207
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://revlet.com.br/artigos/540.pdf

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