Hipersegregação das elites metropolitanas brasileiras na década de 2000: interpretações a partir da região metropolitana de belo horizonte

dc.creatorJupira Gomes de Mendonça
dc.creatorLuciana Teixeira de Andrade
dc.creatorAlexandre Magno Alves Diniz
dc.date.accessioned2022-03-08T14:50:35Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:55:07Z
dc.date.available2022-03-08T14:50:35Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractThis article presents some results of the comparison of the socio-spatial structure of the 15 main metropolitan regions of Brazil and their evolution between 2000 and 2010. The analysis focuses primarily on the concentration of high status groups in the so-called “upper spaces” of these metropolises, leading to their hypersegregation. Explanatory hypotheses for this process are produced through the specific analysis of the Belo Horizonte Metropolitan Region, whose social composition is very close to the average composition of the 15 studied metropolitan regions and for which there are specific data on real estate dynamics, quality of life index and residential mobility. The historic attractiveness of the central areas was intensified during the 2000s, maintaining them as the preferred location for high-quality real estate investments.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/2236-9996.2019-4402
dc.identifier.issn15172422
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/39859
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCadernos metrópole (pucsp)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPlanejamento urbano
dc.subjectEspaço urbano
dc.subject.otherHipersegregação
dc.subject.otherSegregação socioespacial
dc.subject.otherMetrópoles brasileiras
dc.titleHipersegregação das elites metropolitanas brasileiras na década de 2000: interpretações a partir da região metropolitana de belo horizonte
dc.title.alternativeHypersegregation of the Brazilian metropolitan elites in the 2000s: interpretations based on the Belo Horizonte Metropolitan Region
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage53
local.citation.issue44
local.citation.spage29
local.citation.volume21
local.description.resumoEste artigo apresenta alguns resultados da comparação da estrutura socioespacial das 15 principais regiões metropolitanas brasileiras e de sua evolução no período entre 2000 e 2010. A análise aborda prioritariamente o fenômeno de concentração dos grupos de mais alto status nos espaços superiores dessas metrópoles, configurando a sua hipersegregação. Hipóteses explicativas para esse processo são apresentadas a partir da análise específica da Região Metropolitana de Belo Horizonte, cuja composição social é muito próxima da composição média das 15 RMs estudadas e para a qual há dados específicos sobre dinâmica imobiliária, índice de qualidade de vida e mobilidade residencial. A histórica atratividade das áreas centrais intensificou-se na década de 2000, mantendo- as como localização preferencial dos investimentos imobiliários de alto padrão.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - DEPARTAMENTO DE URBANISMO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistas.pucsp.br/metropole/article/view/2236-9996.2019-4402

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