A economia política do/no espaço e as (im)possibilidades do urbano na metrópole contemporânea
| dc.creator | Glaucia Carvalho Gomes | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-10T03:03:02Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T22:51:27Z | |
| dc.date.available | 2019-08-10T03:03:02Z | |
| dc.date.issued | 2006-09-29 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/MPBB-6ZQGA5 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Belvedere (Belo Horizonte, MG) | |
| dc.subject | Espaço (Política) | |
| dc.subject | Planejamento urbano Bairro Belvedere (Belo Horizonte, MG) | |
| dc.subject | Espaço (Urbanismo) | |
| dc.subject.other | geografia | |
| dc.title | A economia política do/no espaço e as (im)possibilidades do urbano na metrópole contemporânea | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Sergio Manuel Merencio Martins | |
| local.contributor.referee1 | Doralice Barros Pereira | |
| local.contributor.referee1 | Odette Carvalho de Lima Seabra | |
| local.description.resumo | Esta pesquisa tem como objetivo compreender a realização da economia política do/no espaço e as (im)possibilidades do urbano na metrópole contemporânea. A partir da (re)produção do empreendimento Belvedere, busca refletir sobre o processo de reprodução social do espaço de Belo Horizonte. O ponto de partida foi a paisagem, considerando-a como porta de entrada para a essência do real. No entanto, o sentido desta incursão foi o de avançar para além de sua manfestação , buscando, além do que revela, também o que oculta.Devido aos fundamentos que se encontram na produção do espaço, este estudo lidou com a economia política e com a economia política de espaço. Entretanto, deparei-me com a necessidade de articular à ordem geral e distante, onde se definem as estratégias do econômico e do político, a ordem próxima, da reprodução da vida, onde a primeira se realiza. Fundamentalmente, este estudo busca demonstrar como o capital, em seu movimento de reprodução, nele inscreveu o espaço e, por ele, tragou crescente a vida cotidiana ao inscrevê-la em seus circuitos reprodutivos E, finalmente, reflete acerca das possibilidades de realização do urbano em um espaço como o Belvedere, quais são as suas possibilidades de irrupção num espaço produzido pelo e para o capital, como forma esvaziada de conteúdo. Quais são e como se realizam num espaço como este as práticas sociais. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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