Should state-owned enterprises be privatized in developing countries? evidence from Brazil

dc.creatorRafaela de Oliveira Vitoria
dc.date.accessioned2022-07-25T20:54:10Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:00:21Z
dc.date.available2022-07-25T20:54:10Z
dc.date.issued2022-02-21
dc.description.abstractA ascensão e queda do capitalismo de Estado no Brasil reabriu o debate sobre a privatização, um tema bastante polarizado no país tanto entre economistas e formuladores de políticas públicas. Este estudo investigou os efeitos da propriedade estatal no desempenho das empresas, por meio de variáveis como lucratividade, eficiência do trabalho e valorização das ações usando modelos econométricos com dados em painel e modelos dinâmicos para controle de endogeneidade. Os resultados mostraram que as estatais têm desempenho inferior aos seus pares privatizados em praticamente todas as medidas. O controle estatal tem um impacto negativo significativo na lucratividade, na eficiência do trabalho e nos valores de mercado das empresas. Essa relação negativa pode ser atribuída às políticas arraigadas que abusam dos recursos do Estado, particularmente no excesso de emprego nas empresas. Este estudo concentrou-se no impacto agregado das empresas estatais, e não em seus desempenhos individuais. Os resultados pretendem esclarecer questionamentos sobre a participação do governo na gestão de empresas, como política pública e a que custo. A análise do desempenho das empresas privatizadas demonstra que elas são mais bem geridas, geram maior retorno a seus acionistas, investem mais e, no longo prazo, empregam mais pessoas à medida expandem seus negócios. Para os investidores, fica claro que as empresas estatais no Brasil apresentam desempenho inferior, e esse fato se reflete em recorrentes precificações de mercado descontadas, a despeito de ciclos econômicos ou da orientação política do governo. Portanto, o debate sobre privatizações no Brasil ganha novos argumentos com informações relevantes para os formuladores de políticas públicas.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/43615
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectEmpresas estatais
dc.subjectPrivatização
dc.subjectFinanças corporativas
dc.subject.otherPrivatization
dc.subject.otherState-owned enterprise
dc.subject.otherCorporate finance
dc.subject.otherProfitability
dc.subject.otherGMM
dc.titleShould state-owned enterprises be privatized in developing countries? evidence from Brazil
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Aureliano Angel Bressan
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1007654000671281
local.contributor.referee1Francisco Vidal Barbosa
local.contributor.referee1Robert Aldo Iquiapanja Coaguila
local.contributor.referee1Alexandre Vasconcelos Aronne
local.contributor.referee1Sérgio Giovaneƫ Lanjnjarini
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5908184501349511
local.description.resumoThe rise and fall of state capitalism in Brazil have reopened the debate on privatization, a highly polarized topic in the country among economists and policy makers. This study investigated the effects of state ownership on firm performance, trough observable variables such as profitability, valuation, and labor efficiency using econometric models with panel data and dynamic models to control for endogeneity. The results showed that SOEs underperform privatized peers in almost all measures. State control has a significant negative impact on companies’ profitability, labor efficiency, and market values. The negative ownership performance relationship can be attributed to the ingrained political policies that abuse state resources and show no constraints, particularly in over employment. This study focused on the aggregate impact of SOEs, and not on their individual performances. The results can shed new light on the issue whether government participation in corporations is worthy as an economic public policy, and at what cost. Privatized entities’ performance demonstrate that companies are better managed, generate higher profits, invest more, and ultimately employ more people as they expand. For investors, it is clear that SOEs in Brazil underperform, and that fact is reflected in recurrent discounted market valuations despite the economic cycle or government orientation. Therefore, the privatization debate in Brazil can be enlightened with relevant information for policy makers.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFACE - FACULDADE DE CIENCIAS ECONOMICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Administração

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