Avaliação da capacidade funcional na cardiopatia chagásica: relação entre um teste clínico incremental e o teste de esforço cardiopulmonar

dc.creatorRafael Leite Alves
dc.date.accessioned2019-08-12T13:06:22Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:29:02Z
dc.date.available2019-08-12T13:06:22Z
dc.date.issued2014-03-14
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9JNG9K
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectConsumo de oxigênio
dc.subjectTécnicas e procedimentos diagnósticos
dc.subjectCardiomiopatia chagásica
dc.subjectChagas, Doença de
dc.subjectTerapia por exercicios/métodos
dc.subjectDoenças crônicas
dc.subjectQualidade de vida
dc.subjectMedicina
dc.subjectDoença de Chagas
dc.subjectTeste de esforço/métodos
dc.subjectCardiopatias
dc.subject.otherConsumo de oxigênio
dc.subject.otherTeste de esforço cardiopulmonar
dc.subject.otherCardiopatia chagásica
dc.subject.otherCapacidade funcional
dc.subject.otherIncremental Shuttle Walk Test
dc.titleAvaliação da capacidade funcional na cardiopatia chagásica: relação entre um teste clínico incremental e o teste de esforço cardiopulmonar
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Márcia Maria Oliveira Lima
local.contributor.advisor1Antonio Luiz Pinho Ribeiro
local.description.resumoIntrodução: Pacientes com cardiopatia chagásica podem apresentar perda significativa da capacidade funcional (CF). O teste de esforço cardiopulmonar (TECP) é considerado padrão ouro para avaliação da CF. Entretanto, os testes de campo, como o Incremental Shuttle Walk Test (ISWT) tem menor custo e acessíveis às demandas clínicas. Objetivo: avaliar por medida direta do consumo de oxigênio (VO2), a CF de indivíduos com cardiopatia chagásica durante o ISWT e TECP e adicionalmente criar uma equação de predição do VO2 pico para o ISWT. Método: Pacientes com cardiopatia chagásica foram submetidos a um protocolo padronizado incluindo anamnese, ecocardiograma bem como os testes de esforço (TECP e ISWT) realizados com uma semana de intervalo entre os mesmos. Resultados: Trinta e dois pacientes (81,3% mulheres, idade 58,8 ± 9,0 anos), 18,8% com fração de ejeção do ventrículo esquerdo < 55% foram avaliados. Foi observada uma correlação positiva entre a distância caminhada no ISWT e VO2 pico do TECP e do ISWT (r=0,456, p=0,009 e r=0,869, p<0,001, respectivamente). Na análise de concordância, os valores das diferenças do VO2 pico entre os diferentes métodos apresentou ausência de viés ( viés ±95% IC e média -1.29 ± 5.09 mL.kg.min.-1). Baseado em valores reais do VO2 obtidos no ISWT, uma equação incluindo sexo, classe funcional e distância caminhada foi ajustada para predição do VO2 pico nesse teste. Conclusão: O ISWT é uma alternativa para avaliação da CF de pacientes com cardiopatia chagásica, especialmente em locais onde os testes mais sofisticados não estão disponíveis.
local.publisher.initialsUFMG

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