Transplante hepático pediátrico: experiência do Hospital das Clínicas da UFMG

dc.creatorMarta Celeste de Oliveira Mesquita
dc.date.accessioned2019-08-10T14:59:47Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:07:08Z
dc.date.available2019-08-10T14:59:47Z
dc.date.issued2007-05-30
dc.description.abstractObjectives: To evaluate the experience of the division of liver transplantation of the Alfa Institute of HC/UFMG, over the first ten years.Method: Descriptive study, through retrospective analysis of 84 children and adolescents enrolled in liver transplantation waiting list of HC/UFMG, from March 1995 to January 2006, by the following facts: age, sex, blood group, aetiology of underlying liver disease, Child-Pugh, Malatack, model for end-stage liver disease (MELD) and pediatric end-stage liver disease (PELD) scores, time in waiting list, complications and survival after the procedure. Results: Since 1995, 40 children have had 42 liver transplants. Twenty six died in the waiting list. Biliary atresia was the most frequent indication for transplant. The median age was 6,6 years (range 1,9 to 19,8 years). Post liver transplant mortality was 32,5% (13 of 40 children). Survival after 6 months and 5 years post-transplant was 70% and 67,2%, respectively. The time of waiting in the liver transplant list presented medium of 291 days. Complications unrelated to graft had occurred in 17 of the 42 transplants (40,5%), including instabilityhemodinamic (40,5%) and neurological complications (38%). Complications related to graft had occurred in 24 of 42 transplants (57,1%), including vascular complications (30,8%), with the hepatic artery thrombosis being the most frequent (16,6%); acute rejection had occurred in 19%. The most frequent cause of mortality was primary non-function (30,7%). Conclusion: The joined results in our service are similar to what was observed in literature, about the indications and complications post-transplant, what emphasizes the importance of work carried through until then. However, we still have the possibility and necessity of improvement, with the objective to reduce complications unrelated to graft and vascular complications, especially thoserelated to hepatic artery, so that an improvement of survival might occurs in the long term.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECJS-77UPWM
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTaxa de sobrevida
dc.subjectAtresia biliar/complicações
dc.subjectListas de espera
dc.subjectTransplante de fígado/efeitos adversos
dc.subjectTransplante de fígado/mortalidade
dc.subjectComplicações pós-operatórias
dc.subjectResultado de tratamento
dc.subjectEstudos retrospectivos
dc.subjectCriança
dc.subjectAdolescente
dc.subject.othermortalidade
dc.subject.otherTaxa de sobrevida
dc.subject.otherTransplante de fígado/efeitos adversos
dc.subject.otherComplicações pós-operatórias
dc.subject.otherResultado de tratamento
dc.subject.otherTransplante de fígado/
dc.subject.otherCriança
dc.subject.otherAdolescente
dc.titleTransplante hepático pediátrico: experiência do Hospital das Clínicas da UFMG
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Mariza Leitao Valadares Roquete
local.contributor.advisor1Alexandre Rodrigues Ferreira
local.contributor.referee1Eleonora Druve Tavares Fagundes
local.contributor.referee1Agnaldo Soares Lima
local.description.resumoObjetivos: Avaliar a experiência dos primeiros dez anos de transplantehepático em crianças e adolescentes do Serviço de Transplante Hepático do Instituto Alfa de Gastroenterologia no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais em Belo Horizonte (HC-UFMG). Métodos: Estudo descritivo, através da análise retrospectiva de 84 pacientes menores de 18 anos inscritos em lista para transplante hepático no HC-UFMG, no período de março de 1995 a janeiro de 2006, quanto as seguintes variáveis: idade, gênero, grupo sanguíneo, indicação do transplante, escores de gravidade (Child-Pugh, Malatack, PELD/MELD), tempo de espera em lista, complicações pós-operatórias e sobrevida. Resultados: De 84 pacientes inscritos, 40 foram submetidos ao transplante hepático, ocorrendo dois retransplantes, 26 foram a óbito na lista de espera. A Atresia Biliar foi a indicação mais freqüente. A idade no momento do transplante variou de 1,9 a 19,8 anos, mediana 6,6 anos. Dos 40 pacientes submetidos ao transplante hepático 13 morreram, com uma sobrevida de 70% com 180 dias, e 67,2% durante os cinco anos pós-transplante. O tempo de espera em lista dos 40 pacientes transplantados apresentou mediana de 291dias. As complicações pós-transplante não relacionadas ao enxerto ocorreram em 17 dos 42 transplantes (40,5%), com maior frequência para instabilidade hemodinâmica (40,5%) e complicações neurológicas (38%). As complicações relacionadas ao enxerto ocorreram em 24 dos 42 transplantes (57,1%), prevalecendo, os casos de complicações vasculares (30,8%), sendo 16,6% trombose da artéria hepática; episódio de rejeição aguda ocorreu em 19% dos casos. A causa de óbito das crianças que faleceram no pós-tranplante mais frequente foi o não funcionamento primário do enxerto (30,7%). Conclusão: Os resultados encontrados dentro do grupo transplantado em nosso serviço são semelhantes ao que é observado na literatura, em relação às indicações e complicações no pós-transplante, o que enfatiza a importância do trabalho realizado até então. No entanto, ainda temos possibilidade e necessidade de melhora com o objetivo de reduzir o número de complicações não relacionadas ao enxerto, melhora das complicações vasculares, principalmente as associadas à artéria hepática, para que ocorra uma melhora na sobrevida a longo prazo.
local.publisher.initialsUFMG

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
marta_celeste_de_oliveira_mesquita.pdf
Tamanho:
263.43 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format