Uso do habitat pela anta (Tapirus terrestris Linnaeus, 1758) em áreas de regeneração florestal no Bioma Amazônia, Brasil

dc.creatorMariana Pastori Lara
dc.date.accessioned2021-05-24T15:25:56Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:41:56Z
dc.date.available2021-05-24T15:25:56Z
dc.date.issued2016-04-28
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/36055
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectEcologia
dc.subjectRecuperação e remediação ambiental
dc.subjectConservação dos recursos naturais
dc.subjectMamíferos
dc.subjectEcossistema
dc.subjectAnta
dc.subject.otherÁreas degradadas
dc.subject.otherRecuperação
dc.subject.otherIdade de reflorestamento
dc.subject.otherMamíferos
dc.subject.otherQualidade de habitats
dc.titleUso do habitat pela anta (Tapirus terrestris Linnaeus, 1758) em áreas de regeneração florestal no Bioma Amazônia, Brasil
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Fabiano Rodrigues de Melo
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6863533704023271
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5312422354634613
local.description.resumoA constante transformação das paisagens naturais em áreas de monoculturas, pastagens e atividades extrativistas vem reduzindo dramaticamente a cobertura de habitats naturais. A fragmentação é um dos processos que mais afeta os biomas brasileiros, sendo a Amazônia um dos afetados no cenário atual. A atividade mineradora trouxe graves consequências para esse bioma, sendo a extração de bauxita, por exemplo, uma das principais causadoras de impactos ambientais. Uma das estratégias de recuperação dessas áreas é o reflorestamento com espécies nativas de plantas. A anta é o maior mamífero herbívoro neotropical e exerce um papel essencial nesse processo de recuperação. Dessa forma, o objetivo deste trabalho foi investigar o uso de habitats pela espécie em uma Floresta Nacional na Amazônia, formada por áreas em diferentes estágios de regeneração de habitat degradado pela exploração de bauxita. Para a detecção da anta, utilizamos armadilhas fotográficas e observações diretas e indiretas em transectos lineares. Testamos se o uso dos habitats em recuperação pela anta, assim como a probabilidade de detecção da espécie, poderia ser explicado pela idade de reflorestamento dessas áreas, pela distância entre os corpos d’água mais próximos e pelo tamanho da área reflorestada. Hipotetizamos ainda uma maior probabilidade de detecção da espécie na estação seca, quando se movimenta mais para buscar recursos. A idade de reflorestamento das áreas em recuperação foi a covariável mais explicativa para os parâmetros analisados, correlacionando-se negativamente com a probabilidade de a espécie usar o sítio amostral. Os resultados mostram que a anta seleciona habitats em estágios iniciais de regeneração, ajudando a potencializar esse processo através da preferência por plantas jovens e da dispersão de suas sementes. Portanto, manter populações viáveis de anta na Floresta Amazônica é imprescindível para garantir a qualidade dos habitats. Uma vez que o cenário atual do bioma engloba as inevitáveis transformações da paisagem provocadas pela demanda antrópica, conservar espécies como a anta, que auxiliam no processo de regeneração de habitats degradados, trata-se de uma medida urgente e necessária.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ecologia, Conservacao e Manejo da Vida Silvestre

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