La esquina es mi corazón: espacialidades performáticas nas crônicas de Pedro Lemebel

dc.creatorJuliana Helena Gomes Leal
dc.date.accessioned2019-08-14T22:16:33Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:44:17Z
dc.date.available2019-08-14T22:16:33Z
dc.date.issued2007-03-15
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-6ZCN2H
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCrônicas chilenas Crítica e interpretação
dc.subjectComunicação escrita
dc.subjectSemiótica e literatura
dc.subjectLemebel, Pedro Crítica e interpretação
dc.subjectVida urbana na literatura
dc.subjectPerformance
dc.subjectEspaço e tempo na literatura
dc.subjectMemória na literatura
dc.subject.otherMemória
dc.subject.otherEspetacularização
dc.subject.otherEscrita
dc.subject.otherEspaço público
dc.titleLa esquina es mi corazón: espacialidades performáticas nas crônicas de Pedro Lemebel
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Sara Del Carmen Rojo de La Rosa
local.contributor.referee1Graciela Ines Ravetti de Gomez
local.contributor.referee1Fernando Antonio Mencarelli
local.description.resumoPretendo investigar, nesta dissertação, de que maneira o trabalho artístico-literário realizado pleo escritor chileno Pedro Lemebel, em seu livro de crônicas La esquina es micorazón, desenvolve, a partir de uma perspectiva performático-espetacular, quatro diferentes espacialidades: a literária, a pública urbana, as concernentes à memória histórico-política e à memória do gênero. No primeiro capítulo, abordo as implicações do uso dessa espetaculariazação performática da escrita na configuração formal, conceitual e simbólica da obra em questão, bem como na relação interposta entre esse texto e a recpção. No segundo capítulo, reflito sobre a dinâmica funcional de alguns espaços públicos urbanos - cenários das crônicas analisadas - , a partir das constantes interferências, também performático-espetaculares, do desejo cidadão, em suas delimitações físicas e ideológicas. Finalmente, viso a uma releitura - a partir de alguns pressupostos da performance e de uma semiótica do espetáculo -, no terceiro capítulo, do tratamento comumente oferecido à cartografica da memória histórico-política e da memória do gênero. Na conclusão, retomo a relevância do estudo de todas essas questões teóricas no âmbito literário, sinalizando para o fato de que os usos de mecanismos subversivos e aparentemente antagônicos de representação formal e temática evem ser avaliados a partir da ótica da busca de uma subjetividade outra de expressão artística, e não como mero produto idelaizado de uma minoria social , sexual e política, para outra que comungue a mesma condição identitária.
local.publisher.initialsUFMG

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