Sustentabilidade empresarial e Tax Avoidance sob a ótica da demonstração do valor adicionado

dc.creatorJosiane Aparecida Alves de Freitas
dc.creatorRonilson Soares Alves
dc.creatorJoão Estevão Barbosa Neto
dc.creatorJuliano Lima Pinheiro
dc.date.accessioned2024-02-19T15:10:24Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:52:04Z
dc.date.available2024-02-19T15:10:24Z
dc.date.issued2019
dc.identifier.issn2676-0061
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/64196
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofUSP International Conference in Accounting
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDesenvolvimento sustentável
dc.subjectResponsabilidade social da empresa
dc.subjectPlanejamento tributario
dc.subject.otherSustentabilidade empresarial
dc.subject.otherTax Avoidance
dc.subject.otherDemonstração do valor adicionado
dc.titleSustentabilidade empresarial e Tax Avoidance sob a ótica da demonstração do valor adicionado
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage18
local.citation.issue19
local.citation.spage1
local.description.resumoAo praticar responsabilidade social, a empresa apresenta o que ela agrega à sociedade na qual está inserida. Ao tratar os riscos econômicos, sociais e ambientais, a organização perpetua sua operação e, consequentemente, gera valor ao acionista ao longo prazo. O pagamento de tributos pode ser um indicativo da responsabilidade social, pois, se espera que empresas sustentáveis não visem a redução da carga tributária. O Tax Avoidance representa o planejamento tributário lícito, porém, ele pode ser indício de agressividade tributária da organização. Nesse sentido, o objetivo do estudo é analisar se existe relação entre a sustentabilidade empresarial e o Tax Avoidance. O estudo se justifica por reforçar a importância das informações obtidas por meio da Demonstração do Valor Adicionado (DVA), que se apresenta como um instrumento capaz de evidenciar tanto os aspectos econômicos, quanto os sociais das entidades. A partir de uma amostra composta por 266 observações de 93 companhias que integram o IBrX 100 da B3, referentes ao período de 2015 a 2017. Realizou- se a análise dessa relação por meio de um modelo de regressão para dados em painel, baseado na proposta de Martinez e Ramalho (2017). A proxy para a sustentabilidade empresarial foi o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), e a proxy de Tax Avoidance, foi a taxa Demonstrado do Valor Adicionado (DVA).Os achados indicam que entidades integrantes do ISE, do setor de bebidas alcoólicas e tabacos e empresas e, de grande porte tendem a apresentar maior taxa de pagamento de tributos. Já as empresas com maior alavancagem, tangibilidade de ativos, e com maior taxa de distribuição da riqueza para seus empregados, tendem a pagar menos tributos em relação ao valor adicionado distribuído.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externawww.congressousp.fipecafi.org

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