Medicina e ensino médico: vertentes de um processo econômico social - uma história da faculdade de medicina de Belo Horizonte
| dc.creator | Maria Celeste da Silva Carvalho | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-10T23:01:29Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:10:02Z | |
| dc.date.available | 2019-08-10T23:01:29Z | |
| dc.date.issued | 1987-12-11 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/FAEC-87MJJW | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Educação médica | |
| dc.subject | Educação | |
| dc.subject | Ensino superior | |
| dc.subject | História | |
| dc.subject.other | Educação médica | |
| dc.subject.other | Medicina | |
| dc.title | Medicina e ensino médico: vertentes de um processo econômico social - uma história da faculdade de medicina de Belo Horizonte | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Oder Jose dos Santos | |
| local.contributor.referee1 | Leila de Alvarenga Mafra | |
| local.contributor.referee1 | Joao Amilcar Salgado | |
| local.description.resumo | Neste estudo histórico procura-se analisar e explicar interseções consideradas significativas no processo evolutivo de instituições ligadas á medicina e à educação médica, no contexto econômico e social bradileiro que as produziu.Tomou-se como objetivo primordial a história da faculdade de medicina de Belo Horizonte, desde as primeiras tentativas para sua implantação até o ano de 1930, época em que já faz parte da Universidade de Minas Gerais. Para tanto, realizou-se uma pesquisa em fontes primárias e secundárias. O fulcro do trabalho é a caracterização da rede de interrelações que se estabeleceu entre instituições voltadas para a saúde e para a formação de médicos e a maneira como o Estado e a sociedade as concebeu e geriu. Buscou-se a razão de ser desse processo nas conjunturas do Período Colonial até o final da primeira república. A história da Faculdade de Medicina, enquanto instiuição social, foi estudada como foco de manifestações do poder, muitas vezes contraditório, buscando-se captá-lo através de seus discursos e práticas. Finalmente, nele se pretende demonstrar que as instiuições sociais são instâncias de poder econômico, político e ideológico. Elas desenvolvem saberes e práticas, cujas regras são expressões da ordem e da disciplina engendradas em contextos históricos específicos, que orientam as relações sociais. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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