Fios da Memória, jogo textual e ficcional de Haroldo Maranhão
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Tese de doutorado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Maria do Carmo Lanna Figueiredo
Luiz Claudio Vieira de Oliveira
Reinaldo Martiniano Marques
Marli de Oliveira Fantini Scarpelli
Luiz Claudio Vieira de Oliveira
Reinaldo Martiniano Marques
Marli de Oliveira Fantini Scarpelli
Resumo
Esta tese tem como objetivo realizar uma abordagem de parte da obra de Haroldo Maranhão. Concentra-se no estudo de Querido Ivan, Senhores, Memorial do fim e o tetraneto Del-Rei., tendo em vista a tensão entra a escrita ficcional e a biografia, as estratégias de apresentação do "eu" no espaço ficcional, o relacionamento ou entrelaçamento no texto que se faz de vários outros textos, a discussão da ironia e da paródia nos textos mencionados do escritor paraense. Com o desenvolvimento dos três capítulos, pretendo mostrar como ocorre a construção literária de Haroldo Maranhão, a memória e a ficção; a literatura como jogo e hipertexto e como o autor utiliza a paródia e a ironia para produzir uma diferença em relação ao estilo literário de um determinado período da literatura brasileira e portuguesa. O estudo dos textos de cunho memorialístico se desenvolve a partir de depoimentos do próprio autor, da abordagem das cartas enviadas ao irmão Ivan e da análise dos paratextos presentes no livro Senhoras e senhores. Para a análise do romance Memorial dofim, este trabalho apresenta o conceito de jogo com base nos estudos de Derrida, Roland Barthes e Davi Arrigcci Jr., além do conceito de hipertexto, elaborado segundo Pierre Lévy. Para a abordagem de O tetraneto Del-Rei, toma-se em consideração as noções elaboradas por críticos e estudiosos da paródia e da ironia, como Nancy Maria Mendes, Lélia Parreira Duarte e Linda Hutcheon.
Abstract
Assunto
Memória e literatura, Sátira brasileira História e crítica, Ironia na literatura, Ficção autobiográfica brasileira, Paródia, Imitação na literatura, Literatura e história, Maranhão, Haroldo, 1927- Crítica e interpretação
Palavras-chave
Haroldo Maranhão