Irregularidades na gestão dos recursos públicos destinados ao combate do Aedes aegypti: uma análise das justificativas apresentadas pelos gestores sob a luz da Teoria da Atribuição

dc.creatorDaniele Silva Rodrigues
dc.creatorFelipe Rodrigues Cruz
dc.creatorJacqueline Veneroso Alves da Cunha
dc.creatorJoão Estevão Barbosa Neto
dc.date.accessioned2024-03-06T14:15:53Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:14:47Z
dc.date.available2024-03-06T14:15:53Z
dc.date.issued2019-11
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/65371
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso de Administração e Contabilidade - AdCont
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAdministração pública
dc.subjectFinanças
dc.subject.otherTeoria da Atribuição
dc.subject.otherGerenciamento de Impressão
dc.subject.otherAedes aegypti
dc.subject.otherIrregularidades
dc.subject.otherRecursos Públicos
dc.titleIrregularidades na gestão dos recursos públicos destinados ao combate do Aedes aegypti: uma análise das justificativas apresentadas pelos gestores sob a luz da Teoria da Atribuição
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage14
local.citation.issue10
local.citation.spage1
local.description.resumoEste estudo teve como objetivo identificar quais foram as justificativas apresentadas pelos gestores estaduais e do Distrito Federal para as irregularidades observadas na execução dos recursos federais destinados ao combate do Aedes aegypti. Tendo por base a Teoria da Atribuição, onde os indivíduos indicam causas percebidas para os eventos com base em suas informações, suas crenças e suas motivações pessoais, foram analisados 27 relatórios referentes as fiscalizações realizadas durante 2016 nos 26 estados e no Distrito Federal no âmbito do Programa de Fiscalização em Entes Federativos (PFEF) da Controladoria Geral da União durante 2016. A interpretação dos relatórios foi realizada por meio da análise de conteúdo e de estatísticas descritivas. De modo geral, os resultados indicaram que a ocorrência de irregularidades classificadas na categoria “Desempenho”, “Infraestrutura” e “Licitações e Contratos” foram frequentes. Ademais, observou-se que, independente do tipo de irregularidade observado, a justificativa dos gestores estaduais para eventos negativos tende a ser pautada em causas externas. Esses resultados indicam que o viés auto-servidor pode exercer um grande impacto sobre a forma como os gestores atribuem causalidade aos eventos negativos relacionados a gestão dos recursos federais destinados ao combate do mosquito Aedes aegypti.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.adcont.net/index.php/adcont/adcont2019/paper/viewFile/3424/1064

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