Aminas bioativas em maracujá: influência da espécie, das condições climáticas e do amadurecimento

dc.creatorLarissa Lopes Bomtempo
dc.date.accessioned2019-08-11T13:38:52Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:51:10Z
dc.date.available2019-08-11T13:38:52Z
dc.date.issued2011-09-26
dc.description.abstractBioactive amines in passion fruit: influence of the specie, climatic conditions and ripening stage. The objective of this study was to investigate the profile and levels of bioactive amines in the pulp of passion fruit cultivated in the Brazilian Cerrado and to investigate the influence of different Passiflora species, climatic conditions, frozen storage time, and different stages of fruit development on amines levels and profile. Ten amines were analyzed by ion pair HPLC, post column derivatization with ophthalaldehyde and fluorimetric detection. Spermine, spermidine and putrescine were present in every sample analyzed, whereas agmatine and tryptamine were present in some samples. Putrescine was the prevalent amine in Passiflora setacea and Passiflora nítida; however spermidine was the predominant amine in Passiflora alata, Passiflora edulis and Passiflora tenuifila. Total amine levels were significantly lower in Passiflora edulis. Passiflora alata contained higher polyamine levels. This specie contained the highest levels of polyamines. The total levels of amines in Passiflora setacea varied significantly among planting seasons, with higher levels found in January March of 2009. The levels of amines were not affected by rain fall conditions prevalent during the development of the fruit. Frozen storage for up to 120 days did not affect amines levels. The levels of putrescine, spermidine and agmatine decreased significantly throughout fruit development of Passiflora setacea. Putrescine was the predominant amine in every developmental stage and the levels of polyamines were higher in the early stages. There was a significant decrease in total amine levels during fruit growth; however it remained constant during maturation and senescence
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8QSL9J
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAlimentos
dc.subjectMaracuja
dc.subjectCerrados Agricultura
dc.subjectPoliaminas
dc.subject.othercerrado
dc.subject.othermaracujá
dc.subject.otherputrescina
dc.subject.otherpoliaminas
dc.subject.otherespermina
dc.subject.otherespermidina
dc.titleAminas bioativas em maracujá: influência da espécie, das condições climáticas e do amadurecimento
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Maria Beatriz Abreu Gloria
local.contributor.referee1Ana Maria Costa da Silva Lopes
local.contributor.referee1Raquel Linhares Bello de Araujo
local.description.resumoEste trabalho teve como objetivo determinar o perfil e os teores de aminas bioativas em polpa do maracujá produzido no Cerrado e verificar a influência de fatores como diferentes espécies, condições climáticas, tempo de armazenamento, e diferentes estádios de maturação. Dez aminas foram pesquisadas por CLAE-par iônico, derivação pós-coluna com orto-ftalaldeído e detecção fluorimétrica. Em todas as amostras avaliadas foram encontradas espermina, espermidina e putrescina. Algumas amostras continham também agmatina e triptamina. Putrescina foi a amina predominante em Passiflora setacea e Passiflora nítida; porém, a amina predominante em Passiflora alata, Passiflora edulis e Passiflora tenuifila foi a espermidina. Teores totais significativamente menores de aminas foram encontrados em Passiflora edulis. Passiflora alata apresentou maiores teores de poliaminas. Passiflora tenuifila, destacou-se também pelos teores de poliaminas. Os teores totais de aminas em Passiflora setacea variaram significativamente entre safras, sendo maior na safra de janeiro a março de 2009. Os teores de aminas não variaram com as condições pluviométricas durante o período de desenvolvimento dos frutos e durante o armazenamento sob congelamento por até 120 dias. Os teores de putrescina, espermidina e agmatina diferiram estatisticamente ao longo do desenvolvimento de Passiflora setacea, diminuindo de forma significativa. Putrescina foi a amina predominante em todos os estádios de desenvolvimento e os teores de poliaminas foram maiores nas primeiras etapas do desenvolvimento do fruto. Houve um decréscimo significativo dos teores totais de aminas nas fases de crescimento, mantendo-se constante nas fases de maturação e senescência
local.publisher.initialsUFMG

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