Apropriações sociais do patrimônio cultural : exclusão ou inclusão?

dc.creatorFlávio de Lemos Carsalade
dc.creatorDiomira Maria Cicci Pinto Faria
dc.creatorFrederico Couto Marinho
dc.creatorLarissa Garcia Pardini
dc.creatorGracia Wanatu Babutanga
dc.date.accessioned2024-01-16T18:41:45Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:22:45Z
dc.date.available2024-01-16T18:41:45Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractThe Brazilian preservation of the cultural heritage has built its history as a vanguard tool related to public policies, always using the concept of “right to the city”, which was finally consolidated by the 1988 Federal Constitution. What we seenowadays at the cultural heritage area in many cases is one praxis that could threaten this social function through an excessive care by withdrawing the cultural asset from daily life in order to protect as if they were at domes and if they only have compromises with past and future. In order to illustrate this issue, we show in this paper the case of the Station Square, in Belo Horizonte, in which the discrepancy between what is conceived by planners and what is experienced by citizen causes fragmentation in the use of the square and makes the existence of a social mix difficult.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.5281/zenodo.3583292
dc.identifier.issn23170611
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/62908
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Espinhaço
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPatrimônio cultural
dc.subjectCidadania
dc.subjectPreservação
dc.subject.otherPatrimônio Cultural
dc.subject.otherDireito a cidade
dc.subject.otherBelo Horizonte
dc.titleApropriações sociais do patrimônio cultural : exclusão ou inclusão?
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage35
local.citation.issue2
local.citation.spage25
local.citation.volume8
local.description.resumoA preservação do patrimônio cultural no Brasil construiu sua história como instrumento de vanguarda em termos de políticas públicas e, desde sempre, utilizando o conceito de função social da propriedade, o qual só se consolidou no país a partir da Constituição de 1988. O que vemos hoje, no entanto, na área patrimonial, em alguns casos, é uma prática que pode ameaçar esta função social do bem cultural pelo excessivo zelo de retirá-lo do cotidiano e protegê-lo em redomas, como se fossem excepcionalidades extraídas do tempo presente, com compromisso apenas com o passado e o futuro. Para ilustrar e problematizaresta questão, apresentamos o caso da Praça da Estação em Belo Horizonte, na qual a discrepância entre o que é concebido pelos planejadores e o que é vivido pelos transeuntes causa fragmentações no uso da praça e dificulta a existência de uma mistura social.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistas.ufvjm.edu.br/revista-espinhaco/article/view/139/150

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