Concentração sérica de homocisteína em cães doentes renais crônicos

dc.creatorGuilherme Henrique Costa Silva
dc.date.accessioned2024-08-21T12:56:27Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:56:55Z
dc.date.available2024-08-21T12:56:27Z
dc.date.issued2023-05-17
dc.description.abstractWith the increase in the longevity of companion animals and the existence of certain endemic diseases that compromise the renal function of dogs and cats, chronic kidney disease has become an increasingly prevalent condition in the clinical routine. Early diagnosis is essential for the adoption of appropriate therapeutic measures before significant loss of renal functional mass. The currently most used method often has low correlation with the glomerular filtration rate at low levels of renal dysfunction, which delays the diagnosis and the success of interventional measures. In medicine, circulating levels of homocysteine have been shown to be inversely proportional to declining renal function, although in veterinary medicine, the number of works with this analyte is still small. This work aims to verify, through a clinical trial with animals with chronic kidney disease, the relationships between plasma concentrations of homocysteine and kidney function. 5 healthy dogs and 16 with CKD were admitted to the study and submitted to clinical and laboratory evaluation, with patients with CKD evaluated at 4 different times, under the effect of conservative treatment. The concentration of homocysteine was evaluated in plasma samples over these 4 times, showing that it was higher in patients with CKD compared to healthy patients and that the higher the stage of the disease, the higher the levels of hyperhomocysteinemia . This finding highlights the potential use of this molecule as a biomarker of renal disfunction.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/74509
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/pt/
dc.subject.otherCão
dc.subject.otherDoenças
dc.titleConcentração sérica de homocisteína em cães doentes renais crônicos
dc.title.alternativeSerum homocysteine ​​concentration in chronic kidney disease dogs
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Fabíola de Oliveira Paes Leme
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6383021762144230
local.contributor.referee1Fabiola de Oliveira Paes Leme
local.contributor.referee1Júlio César Cambraia Veado
local.contributor.referee1Daniela Bastos de Souza Karam Rosa
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7444898301150970
local.description.resumoCom o aumento da longevidade dos animais de companhia e a existência de determinadas enfermidades endêmicas que comprometem a função renal de cães e gatos, a doença renal crônica tem se tornado uma condição cada vez mais prevalente na rotina clínica. O diagnóstico precoce é fundamental para a adoção das devidas medidas terapêuticas antes que ocorra perda importante da massa funcional renal. O método atualmente mais utilizado muitas vezes possui baixa correlação com a taxa de filtração glomerular em baixos níveis de disfunção renal, o que retarda o diagnóstico e o sucesso das medidas intervencionistas. Em medicina, os níveis circulantes de homocisteína tem demonstrado uma relação inversamente proporcional ao declínio da função renal, embora na veterinária, o número de trabalhos com esse analito ainda seja escasso. Este trabalho teve por objetivo verificar, através da realização de um ensaio clínico com animais portadores de doença renal crônica, as relações existentes entre as concentrações séricas de homocisteína e a função renal. 5 cães hígidos e 16 portadores de DRC foram admitidos ao estudo e submetidos a avaliação clínica e laboratorial, com os pacientes portadores de DRC avaliados em 4 tempos distintos, sob efeito de tratamento conservador. A concentração de homocisteína foi avaliada em amostras de plasma ao longo desses 4 tempos, constatando-se que esta apresentou-se elevada em pacientes portadores de DRC em relação aos pacientes hígidos e que quanto maior era o estágio da doença maiores eram os valores de hiperhomocisteinemia. Tal achado evidencia o potencial da utilização dessa molécula como biomarcador de disfunção renal.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentVET - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA E CIRURGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Animal

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