Implantação das boas práticas ao parto e nascimento e do acolhimento e classificação de risco obstétrico em uma maternidade no interior do Ceará
| dc.creator | Samara Pereira Souza Mariano | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-14T06:48:27Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:12:51Z | |
| dc.date.available | 2019-08-14T06:48:27Z | |
| dc.date.issued | 2018-05-29 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-BD8ME7 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Enfermagem Obstétrica | |
| dc.subject.other | Parto humanizado | |
| dc.subject.other | enfermagem obstétrica | |
| dc.subject.other | acolhimento | |
| dc.title | Implantação das boas práticas ao parto e nascimento e do acolhimento e classificação de risco obstétrico em uma maternidade no interior do Ceará | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Marli Teresinha Gimeniz Galvão | |
| local.description.resumo | Introdução: No Brasil, nos últimos anos tem ocorrido amplo incentivo e divulgação sobre a assistência ao parto e nascimento no intuito de reduzir os altos índices de mortalidade materna e neonatal, pelo qual busca-se firmar compromissos para melhorar a assistência ao binômio mãe-filho em todo o ciclo gravídico-puerperal, porém, essa preocupação não tem sido observada em todo o território brasileiro. Objetivos: Implantar as boas práticas na Atenção ao Parto e Nascimento e um protocolo de Acolhimento e Classificação de Risco Obstétrico em uma maternidade no interior do Ceará. Método: Estudo de intervenção sem grupo controle, com abordagem quanti-qualitativa. Realizado no período de fevereiro a abril de 2018 na Unidade Obstétrica de uma maternidade no interior do Ceará. A amostra foi obtida intencionalmente, sendo composta por sete enfermeiros, sendo que apenas um possuía pósgraduação em Enfermagem Obstétrica, e oito técnicos de enfermagem. A intervenção foi realizada em quatro etapas: 1. Etapa de identificação das situações iniciais, onde foi realizado o Diagnóstico Situacional do serviço e aplicação do Inquérito de Conhecimento, Atitude e Prática dos profissionais; 2. Etapa de projetação das ações, onde foi realizado o planejamento da capacitação, implantação das Boas Práticas e Acolhimento e Classificação de Risco em Obstetrícia e monitoramento; 3. Etapa de realização de atividades previstas, sendo realizada a capacitação com aplicação final do pós-teste, implantação e monitoramento das atividades; 4. Etapa de avaliação dos resultados obtidos. Os dados quantitativos foram compilados no programa Excel e, após, para a tabulação mencionado os dados de tendência central e dispersão, onde foi utilizado o programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 23.0. Os dados qualitativos foram analisados de acordo com a proposta de análise de conteúdo proposta por Minayo. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Ceará (CEP-UFC) e foram respeitados os preceitos éticos da Resolução 466/12. Resultados: O diagnóstico situacional do serviço mostrou que a Maternidade necessita de investimentos quanto a insumos e reforma. Quanto ao diagnóstico situacional prévio sobre o conhecimento dos profissionais antes da capacitação, observou-se que os técnicos de enfermagem nunca haviam participado de uma capacitação com a temática abordada neste estudo. Com relação a aplicação do Inquérito CAP, apenas no ponto atitude sobre o Acolhimento com Classificação de Risco em Obstetrícia foi considerado adequado. No pósteste, o conhecimento foi considerado adequado. Após a reunião com gestores e profissionais, foi realizada a implantação. Na etapa de monitoramento, observou-se que algumas práticas foram melhoradas após a intervenção: Uso do Partograma; Não realização da infusão de ocitocina de rotina para acelerar o trabalho de parto; Oferta de líquidos durante o trabalho de parto; Promoção do contato pele a pele; Realização de massagens nas parturientes para alívio da dor. Quanto a percepção dos profissionais, a avaliação geral demonstrou que a implantação melhorou a assistência e que deve ser dada a continuidade. Discussão: A falta de interesse dos gestores e dos profissionais podem ser pontos dificultadores do processo de implantação. Alguns profissionais resistem as mudanças e este pode ser um aspecto a ser considerado nos processos de formação destes profissionais. É necessária uma melhor fiscalização das maternidades por parte do Ministério da Saúde, pois algumas práticas são defasadas e ainda são desrespeitadas. Conclusão: A intervenção foi avaliada de maneira positiva pelos profissionais e pelos gestores. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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