Metabotropic glutamate receptor 5 knockout rescues obesity phenotype in a mouse model of Huntington’s disease

dc.creatorRebeca Priscila de Melo Santos
dc.creatorRoberta Ribeiro
dc.creatorTalita Hélen Ferreira-Vieira
dc.creatorRosaria Dias Aires
dc.creatorJessica Mabelle de Souza
dc.creatorBrunada Silva Oliveira
dc.creatorAnna Luiza Diniz Lima
dc.creatorAntônio Carlos Pinheiro de Oliveira
dc.creatorHelton José dos Reis
dc.creatorAline Silva de Miranda
dc.creatorErica Leandro Marciano Vieira
dc.creatorFabiola Mara Ribeiro
dc.creatorLuciene Bruno Vieira
dc.date.accessioned2026-03-16T19:36:10Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractObesity represents a global health problem and is characterized by metabolic dysfunctions and a low-grade chronic inflammatory state, which can increase the risk of comorbidities, such as atherosclerosis, diabetes and insulin resistance. Here we tested the hypothesis that the genetic deletion of metabotropic glutamate receptor 5 (mGluR5) may rescue metabolic and inflammatory features present in BACHD mice, a mouse model of Huntington’s disease (HD) with an obese phenotype. For that, we crossed BACHD and mGluR5 knockout mice (mGluR5−/−) in order to obtain the following groups: Wild type (WT), mGluR5−/−, BACHD and BACHD/mGluR5−/− (double mutant mice). Our results showed that the double mutant mice present decreased body weight as compared to BACHD mice in all tested ages and reduced visceral adiposity as compared to BACHD at 6 months of age. Additionally, 12-month-old double mutant mice present increased adipose tissue levels of adiponectin, decreased leptin levels, and increased IL-10/TNF ratio as compared to BACHD mice. Taken together, our preliminary data propose that the absence of mGluR5 reduce weight gain and visceral adiposity in BACHD mice, along with a decrease in the inflammatory state in the visceral adipose tissue (VAT), which may indicate that mGluR5 may play a role in adiposity modulation.
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.1038/s41598-022-08924-4
dc.identifier.issn2045-2322
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/2176
dc.languageInglêspt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofScientific Reports
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectReceptor de Glutamato Metabotrópico 5
dc.subjectDoença de Huntington
dc.subjectObesidade
dc.subjectMetabolismo
dc.subject.otherComportamento alimentar
dc.subject.otherMetabolismo
dc.subject.otherNeuroimunologia
dc.titleMetabotropic glutamate receptor 5 knockout rescues obesity phenotype in a mouse model of Huntington’s disease
dc.title.alternativeA deleção do receptor metabotrópico de glutamato 5 reverte o fenótipo de obesidade em um modelo murino da doença de Huntington
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage12
local.citation.issue5621
local.citation.spage1
local.citation.volume12
local.description.resumoA obesidade representa um problema de saúde global e é caracterizada por disfunções metabólicas e um estado inflamatório crônico de baixo grau, que pode aumentar o risco de comorbidades, como aterosclerose, diabetes e resistência à insulina. Neste estudo, testamos a hipótese de que a deleção genética do receptor metabotrópico de glutamato 5 (mGluR5) pode reverter as características metabólicas e inflamatórias presentes em camundongos BACHD, um modelo murino da doença de Huntington (DH) com fenótipo obeso. Para isso, cruzamos camundongos BACHD e camundongos knockout para mGluR5 (mGluR5 −/− ) a fim de obter os seguintes grupos: tipo selvagem (WT), mGluR5 −/− , BACHD e BACHD/mGluR5 −/− (camundongos duplamente mutantes). Nossos resultados mostraram que os camundongos duplamente mutantes apresentaram peso corporal reduzido em comparação aos camundongos BACHD em todas as idades testadas e adiposidade visceral reduzida em comparação aos camundongos BACHD aos 6 meses de idade. Além disso, camundongos duplamente mutantes de 12 meses apresentam níveis aumentados de adiponectina no tecido adiposo, níveis reduzidos de leptina e aumento da razão IL-10/TNF em comparação com camundongos BACHD. Em conjunto, nossos dados preliminares sugerem que a ausência de mGluR5 reduz o ganho de peso e a adiposidade visceral em camundongos BACHD, juntamente com uma diminuição do estado inflamatório no tecido adiposo visceral (TAV), o que pode indicar que o mGluR5 desempenha um papel na modulação da adiposidade.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E IMUNOLOGIA
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE FARMACOLOGIA
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E BIOFÍSICA
local.publisher.initialsUFMG
local.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS::FARMACOLOGIA
local.url.externahttps://www.nature.com/articles/s41598-022-08924-4

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