O homem de gosto e o egoísta lógico: o princípio de Kant da comunicabilidade estética à luz de sua teoria do conhecimento

dc.creatorArthur Eduardo Grupillo Chagas
dc.date.accessioned2019-08-11T23:42:01Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:16:28Z
dc.date.available2019-08-11T23:42:01Z
dc.date.issued2006-05-30
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/VCSA-9FEPVN
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTeoria do conhecimento
dc.subjectFilosofia
dc.subjectFilosofia alemã Séc XVIII
dc.subjectKant, Immanuel, 1724-1804
dc.subjectFilosofia moderna Sec XVIII
dc.subject.otherSensus Communis
dc.subject.otherCrítica da Faculdade do Juízo
dc.subject.otherDedução
dc.subject.otherKant
dc.titleO homem de gosto e o egoísta lógico: o princípio de Kant da comunicabilidade estética à luz de sua teoria do conhecimento
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Virginia de Araujo Figueiredo
local.contributor.referee1Verlaine Freitas
local.contributor.referee1Ricardo José Corrêa Barbosa
local.description.resumoTrata-se de uma investigação ou análise de cunho lógico-argumentativo da Dedução dos Juízos Estéticos Puros da Crítica da Faculdade do Juízo de Kant. Isso com a intenção profunda de avaliar a viabilidade de um princípio de comunicabilidade estética segundo os limites impostos pela própria teoria kantiana do conhecimento. Partindo-se das proposições sobre estética do Kant pré-crítico e perpassando-se cada momento de sua estética madura (Analítica do Belo), se verá eleito como princípio a priori e universal do gosto em Kant o conceito de sensus communis, o qual deveria então ser provido de uma dedução transcendental; isto é, deve-se legitimar o direito de um sujeito referir-se a priori e universalmente aos estados de ânimo de outros sujeitos. O métron avaliador é o próprio modelo de dedução transcendental empregado na Crítica da Razão Pura, também porque o filósofo pretende deduzir a universal comunicabilidade dos juízos de gosto puros a partir da universal comunicabilidade do conhecimento em geral. Para tanto, tomaram-se as múltiplas tentativas de dedução espraiadas pelo texto inconcluso e mosaicamente redigido por Kant na terceira Crítica,todas insatisfatórias, afinal. Os resultados apontam uma redefinição do princípio kantiano do gosto puro, o sensus communis, em direção a um estatuto fraco e apenas regulativo, agora sim, não só compatível, como também atrelado, como uma roda dentada, ao modelo kantiano de dedução desse último tipo de princípio.
local.publisher.initialsUFMG

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