Avaliação de assimetrias bilaterais no agachamento nas condições calçado e descalço por meio do Statistical Parametric Mapping (SPM): resultados preliminares

dc.creatorPedro Henrique Tolentino Bandeira Mendonça
dc.date.accessioned2022-10-18T19:46:08Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:24:57Z
dc.date.available2022-10-18T19:46:08Z
dc.date.issued2021-12-15
dc.description.abstractThe impact in the kinematic of the squat of the use or not of shoes and the presence of asymmetries is related as a factor who can interfere with performance and the incidence of injuries. Nonetheless, the results are controversial. Most previous studies investigated the kinematic and qualify the asymmetries from minimum and maximum values of the angles, which, in our point of view, despise valuable data from the time-angle curve in different joints. The present study, evaluated the impact of the use or not of shoes on the kinematic and asymmetries of the lower limb during the back squat in nine subjects, with experience in the execution of the exercise, at 85% of one maximal repetition, through a Statistical Parametrical Mapping (SPM). The results don’t show significative differences in the kinematic of the movement in both conditions (shoes x no shoes) as well the presence or not of shoes don't significantly interfere with movement asymmetry. We conclude that asymmetries are very individual and the high variability observed, principally, in the hip and ankle joints, may have contributed for the lack of evidences in finding asymmetric patterns, regardless of the condition (shoe or no shoe). However, the possibility of using SPM for identify, in a statistically rigorous way, movement areas influenced by experimental conditions, training level or training fatigue can provide a significant contribution for the analysis and understanding of the asymmetries in the Sports Biomechanics. Future studies with a larger sample size, analysis in other planes of motion, and with more diverse loads are suggested by the research group.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/46337
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectBiomecânica
dc.subjectSistema musculoesquelético - ferimentos e lesões
dc.subjectArticulações - Amplitude e movimento
dc.subjectMembros inferiores
dc.subjectJoelhos
dc.subject.otherAgachamento
dc.subject.otherStatistical Parametric Mapping
dc.subject.otherAssimetrias Bilaterais
dc.subject.otherCalçados
dc.subject.otherAnálise de séries temporais
dc.titleAvaliação de assimetrias bilaterais no agachamento nas condições calçado e descalço por meio do Statistical Parametric Mapping (SPM): resultados preliminares
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Gustavo Henrique da Cunha Peixoto Cançado
local.contributor.advisor1André Gustavo Pereira de Andrade
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3654988735222132
local.contributor.referee1André Gustavo Pereira de Andrade
local.contributor.referee1Juliana de Melo Ocarino
local.contributor.referee1Felipe Pivetta Carpes
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0205166993090503
local.description.resumoA influência do uso ou não de calçados sobre a cinemática e a assimetria no agachamento é apontada como um fator de influência nas lesões e no desempenho. Entretanto, os resultados ainda são controversos. A maioria dos estudos anteriores investigou a cinemática e quantificou as assimetrias a partir de valores de máximo e mínimo dos ângulos, o que, em nosso entendimento, despreza informações importantes da curva ângulo-tempo em diferentes articulações. O presente estudo, avaliou o impacto do uso ou não de calçados sobre a cinemática e a assimetria no agachamento com barra em nove sujeitos treinados, a 85% de uma repetição máxima, por meio do Statistical Parametric Mapping (SPM). Os resultados não mostraram diferenças significativas na cinemática do movimento em ambas as situações (calçado vs descalço) como também não demonstraram influenciar de maneira significativa a assimetria do movimento. Concluímos que as assimetrias são muito individuais e a alta variabilidade observada, principalmente, nas articulações do quadril e tornozelo, podem ter contribuído para a falta de evidências em encontrar padrões assimétricos, independente do uso do calçado. Entretanto, a possibilidade de usar SPM para identificar regiões do movimento influenciadas por uma determinada condição experimental, nível de treinamento ou nível de fadiga de uma maneira estatisticamente rigorosa podem fornecer uma contribuição significativa para a análise e compreensão da assimetria na Biomecânica do esporte. Sugere-se, em estudos futuros, ampliar o tamanho amostral, analisar outros planos do movimento além de outras intensidades.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEFFTO - ESCOLA DE EDUCAÇÃO FISICA, FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências do Esporte

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