Alterações ultrassonógráficas de 2° e 3° trimestres observadas em 143 fetos submetidos ao estudo cromossômico e acompanhados no Centro de Medicina Fetal / UFMG

dc.creatorRenato Janone Domont
dc.date.accessioned2019-08-09T18:55:22Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:01:29Z
dc.date.available2019-08-09T18:55:22Z
dc.date.issued2003-12-12
dc.description.abstractPurpose: To describe the ultrasonographic findings observed in 143 fetuses, associating them with the main chromosomal anomalies and verifying if there is a typical ultrasonographic alteration that could be related to a particular chromosomopathy. Method: A retrospective and descriptive study was carried out including 143 fetuses with ultrasonographic abnormalities followed up from January 1997 to June 2003. Charyotyping was made in all cases. The material used was obtained by invasive techniques. Results: The cordocentesis was the most common invasive technique performed with 103 punctures. Of the followed 143 fetuses, 66 (46,1%) had chromosomal disease. Themost common chromosomal anomaly in our experience was trisomy 18, with 22 cases (33,3%) followed by trisomy 21, with 15 cases (22,7%). 45% of the fetuses with two or more ultrasonographic abnormalities had a chromosomal anomaly. 78% had cromosomopaties when seven or more structural defects were observed by ultrasound. The cardiac anomalies (especially ventricular septal defects) were the most frequentfinding in fetuses with trisomy 21 (46,7%). At the trisomy 18 the polyhydramnios (72,7%) and intrauterine growth restriction (63,3%) were the most frequent ultrasonographic finding. The cleft lip (88,9%) and the intrauterine growth restriction (55%) were more frequent in fetuses with trisomy 13. Conclusions: The risk of chromosomal diseases increases according to the growth in the number of abnormalities seen by ultrasound examinations.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECJS-84NJVX
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAberrações cromossômicas
dc.subjectTranstornos cromossômicos
dc.subjectEnfermagem
dc.subjectEstudos retrospectivos
dc.subjectAnálise Citogenética
dc.subjectUltrassonografia pré-natal
dc.subjectDoenças fetais/diagnóstico
dc.subjectCuidado pré-natal
dc.subject.otherMalformações fetais
dc.subject.otherCromossomopatias
dc.subject.otherUltrassonografia
dc.titleAlterações ultrassonógráficas de 2° e 3° trimestres observadas em 143 fetos submetidos ao estudo cromossômico e acompanhados no Centro de Medicina Fetal / UFMG
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Ana Maria Arruda Lana
local.contributor.advisor1Mario Jorge Barreto Viegas Castro
local.contributor.referee1Regina Amelia Lopes P de Aguiar
local.description.resumoObjetivo: Descrever os achados ultrassonográficos observados em 143 fetos, associando-os às principais anomalias cromossômicas e verificar se existe uma alteração ultrassonográfica típica que se associe a uma cromossomopatia em particular. Métodos: Foi realizado um estudo retrospectivo e descritivo de 143 fetos portadores de malformações diagnosticadas ao exame ultrassonográfico, entre janeiro de 1997 e junho de 2003. Em todos os casos foi realizado cariótipo fetal, cujo material foi obtido por procedimento invasivo. Resultados: A cordocentese foi o procedimento invasivo mais realizado com 103punções. Dos 143 casos acompanhados 66 (46,1%) possuíam doença cromossômica. A trissomia do 18, com 22 casos (33,3%) seguida da trissomia do 21, com 15 casos (22,7%), foram os defeitos cromossômicos mais freqüentes. 45% dos fetos com duas ou mais alterações ultrassonográficas eram portadores de anomalia cromossômica, 78% dos fetos possuíam cromossomopatias quando observamos sete ou mais defeitos morfológicos ao ultrassom. As anomalias cardíacas (principalmente os defeitos de septo ventricular) foram as mais encontradas nos feto com trissomia do 21 (46,7%). Na trissomia do 18 o polihidrâmnio (72,7%) e o crescimento intra-uterino restrito (63,3%) foram as alterações ultrassonográficas observadas. O lábio leporino (88,9%) e o crescimento intra-uterino restrito(55%) foram mais frequentes nos fetos com trissomia do 13. Conclusões: O risco de doenças cromossômicas aumenta de acordo com o aumento nonúmero de alterações vistas no exame ultrassonográfico. Apesar das principais anomalias cromossômicas apresentarem alterações morfológicas detectáveis ao exame de ultra-som não identificamos nenhum achado ultrassonográfico específico que identifique com segurança um tipo particular de cromossomopatia.
local.publisher.initialsUFMG

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