Brucelose como doença ocupacional: I - aglutininas anti-brucella sp em grupos ocupacionais dos frigoríficos da grande belo horizonte - minas gerais - brasil / II - aglutininas anti-brucella sp em bovinos e suínos abatidos nestes frigoríficos

dc.creatorBenedito Luiz Figueiredo
dc.date.accessioned2019-08-12T11:13:47Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:23:44Z
dc.date.available2019-08-12T11:13:47Z
dc.date.issued1984-10-05
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8PTF69
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDoenças Profissionais Belo Horizonte
dc.subjectBrucelose em bovino
dc.subjectBrucelose em suino
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titleBrucelose como doença ocupacional: I - aglutininas anti-brucella sp em grupos ocupacionais dos frigoríficos da grande belo horizonte - minas gerais - brasil / II - aglutininas anti-brucella sp em bovinos e suínos abatidos nestes frigoríficos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jose Britto Figueiredo
local.contributor.referee1Nivaldo da Silva
local.contributor.referee1Romulo Cerqueira Leite
local.description.resumoCom o objetivo de levantar a real situação de brucelose em grupos ocupacionais nos frigoríficos da grande Belo Horizonte, Minas Gerais, 1.183 soros foram examinados, utilizando-se as provas do Teste do Cartão, Soro-Aglutinação rápida, Soro-Aglutinação Lenta, 2-Mercaptoetanol e Fixação do complemento. Destes soros, 16 amostras que apresentaram anti-complementariedade foram testadas peia prova de Coombs. Os doadores foram submetidos a questionários individuais, pré codificados, quanto a sexo, idade, escolaridade, conhecimentos sobre transmissão de zoonose, tempo de serviço, contatos mantidos anteriormente com animais e hábitos alimentares como possível fonte de contaminação. Dentre as amostras, 50 (4,2%) foram classificadas como positivas; 54% (4,6%) apresentaram títulos variáveis às diversas provas, porém, não a nível de diagnóstico positivo e 1.079 (91,2%) foram negativas. Foram examinadas, através da Soro-Aglutinação rápida, 1.275 amostras de soros bovinos e 642 de suínos, todos abatidos em frigoríficos da grande Belo Horizonte, Minas Gerais, para estabelecer o índice da infecção brucélica nestes animais.Dos bovinos examinados, 155 (12,1%) reagiram a títulos diversos à prova de S.A.R., porém, somente 50 (3,9%) atingiram níveis de diagnóstico considerados positivos e 1.120 (87,9%) foram negativos. Dos suínos, 56 (8,7%) foram positivos e 586 (91,3%), negativos.Foi utilizada a prova de X² para verificar possível associação dos resultados de fixação do complemento, com outros resultados sorológicos.
local.publisher.initialsUFMG

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