Biologia e nicho de espermatogônias tronco em catetos (tayassu tajacu) adultos

dc.creatorPaulo Henrique de Almeida Campos Junior
dc.date.accessioned2019-08-13T19:13:39Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:53:56Z
dc.date.available2019-08-13T19:13:39Z
dc.date.issued2011-08-19
dc.description.abstractIn the seminiferous epithelium, spermatogonial stem cells (SSCs) are located in a particular environment called niche that is controlled by the basement membrane, key testis somatic cells, and by factors emanating from the vascular network. However, the role of Leydig cells (LC) as a niche component is not yet clearly elucidated. Recent studies showed that peccaries (Tayassu tajacu) present a peculiar LC cytoarchitecture,where these cells are located around the seminiferous tubules lobes, making the peccary an unique model for investigating SSCs. This peculiarity allowed us to subdivide the seminiferous tubules cross-sections in three different regions [tubuletubule (T-T); tubule-interstitium (T-I); and tubule-LC contact (T-LC)]. Our aims were tocharacterize the different spermatogonial cell types in this species and to determine the location and/or distribution of the SSCs along the seminiferous tubules. Compared to differentiating spermatogonia (Adiff), undifferentiated spermatogonia (Aund) presented a noticeably higher nuclear volume (p<0.05), allowing an accurate evaluation of their distribution. Immunostaining analysis demonstrated that all Aund (As,Apr and Aal) were GFRA1+. However, only A-single (As) and A-paired (Apr) spermatogonia were located in the T-I (p<0.05), whereas clones containing eight or more undifferentiated cells (Aal) were situated close to the T-LC (p<0.05). The expression of CSF-1 was observed in LC and peritubular myoid cells (PMC) while its receptor was present in LC and in GFRA1+ Aund. Taken together, our findings strongly suggest that, different from PMC, LC play a negative role in the SSC niche and physiology and that these steroidogenic cells are probably involved in the differentiation of Aund toward type A1 spermatogonia.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9L7Q3D
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLeydig, Células de
dc.subjectEspermatogenese em animais
dc.subjectTestículo
dc.subjectSertoli, Células de
dc.subjectBiologia celular
dc.subject.otherNicho
dc.subject.otherSuiforme
dc.subject.otherTestículo
dc.subject.otherGDNF
dc.subject.otherCélulas peritubulares mióides
dc.subject.otherCélula de Sertoli
dc.subject.otherCélulas de Leydig
dc.subject.otherGFRA1
dc.subject.otherCélulas tronco espermatogôniais
dc.subject.otherCateto
dc.subject.otherCSF-1r
dc.titleBiologia e nicho de espermatogônias tronco em catetos (tayassu tajacu) adultos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Luiz Renato de Franca
local.contributor.referee1Pedro Manuel Aponte Garcia
local.contributor.referee1Cleida Aparecida de Oliveira
local.description.resumoNo epitélio seminífero, as células tronco espermatogoniais (SSCs) apresentam-se localizadas em micro-ambientes específicos denominados nichos espermatogoniais, que são regulados pela membrana basal, células somáticas testiculares e fatores provenientes destas e dos vasos sangüíneos. No entanto, o exato papel das células de Leydig (CL) como componente do nicho espermatogonial permanece ainda desconhecido. Estudos recentemente desenvolvidos em nosso laboratório demonstraram que catetos (Tayassu tajacu) apresentam citoarquitetura peculiar das CL, na qual estas células envolvem lóbulos de túbulos seminíferos formando estruturas semelhantes a cordões celulares. Esta particularidade torna os catetos um modelo experimental ímpar para se investigar a biologia e nicho espermatogonial em mamíferos. Este aspecto peculiar permite também subdividir as secções transversais de túbulos seminíferos em três diferentes regiões: [túbulo-túbulo (T-T); túbulointerstício (T-I); e túbulo-CL (T=-L)]. Os objetivos do presente estudo foram os de se caracterizar os diferentes tipos espermatogoniais de catetos e determinar a localização e/ou distribuição das SSCs nos túbulos seminíferos desta espécie, utilizando diferentes abordagens metodológicas. Comparado com as espermatogônias em diferenciação (Adif), as espermatogônias indiferenciadas (Aund) apresentaram volume nuclear maior (p<0.05), o que permitiu uma acurada avaliação de sua distribuição. Análises deimunomarcações demonstraram que todas Aund expressam GFR1 que é o receptor de membrana para o GDNF (Glial cellderived neurotrophic factor) produzido pelas células de Sertoli. No entanto, principalmente as espermatogônias A isoladas (As) e A pareadas(Apr) apresentaram-se preferencialmente localizadas na região TI (p<0.05), enquanto clones espermatogoniais contendo 8 ou mais células (Aal) apresentaram-se principalmente na região T-CL (p<0.05). A expressão do CSF-1 (Colony stimulating factor -1 ) foi observada nas CL e células peritubulares mióides (CPM) enquanto seu receptor (CSF1r) foi observado nas CL e em todas as espermatogônias Aund GFR1+.Desta forma, estes resultados sugerem fortemente que, diferentemente das CPM, as CL atuam negativamente no nicho e fisiologia espermatogonial, e que estas células esteroidogênicas estão possivelmente envolvidas na diferenciação das espermatogônias Aund para A1.
local.publisher.initialsUFMG

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