Cytogenetic abnormalities, WHO classification, and evolution of children and adolescents with acute myeloid leukemia

dc.creatorAmanda de Lourdes Nunes
dc.creatorCybele de Andrade Paes
dc.creatorMarcos Borato Viana
dc.creatorBenigna Maria de Oliveira
dc.creatorMitiko Murao
dc.date.accessioned2023-12-12T20:25:58Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:30:22Z
dc.date.available2023-12-12T20:25:58Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractObjetivos: Descrever as alterações citogenéticas e moleculares observadas em crianças e adolescentes com leucemia mieloide aguda (LMA), classificar a LMA de acordo com as classificações da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2008 e 2016 e avaliar o prognóstico de acordo com características clínicas e alterações citogenéticas. Métodos: Foi realizado um estudo longitudinal retrospectivo em uma população de 98 pacientes com LMA, com idade até 16 anos, atendidos em um único hospital no período de 2004 a 2015. Resultados: Entre os 80 pacientes para os quais foi possível analisar o cariótipo, 78,7 % apresentavam alterações cromossômicas, sendo a mais frequente t(15;17)(q22;q21). Dos 86 pacientes para os quais tínhamos dados citogenéticos ou moleculares que permitiam classificar a LMA de acordo com a classificação da OMS, 52,3% pertenciam ao grupo com anomalias genéticas recorrentes, 22% ao grupo “LMA sem outra especificação”, 18,6 % ao grupo com alterações citogenéticas relacionadas à mielodisplasia e 7% ao grupo com leucemia relacionada à síndrome de Down. A sobrevida global (SG) em cinco anos para todo o grupo foi de 49,7% ± 5,2%. Nas análises univariada e multivariada, pacientes com alterações citogenéticas relacionadas à mielodisplasia (OS 28,1% ± 12,2%) e aqueles com “LMA sem outra especificação” (OS 36,1% ± 11,2%) tiveram prognóstico desfavorável quando comparados aos pacientes com LMA com anomalias genéticas recorrentes (OS 71% ± 5,8%) e pacientes com LMA relacionada à síndrome de Down (OS 83% ± 15,2%, p = 0,011). Conclusões: Os resultados corroboram a importância das alterações citogenéticas como fator prognóstico e indicam a necessidade de estudos cooperativos e prospectivos para avaliar a aplicabilidade da classificação da OMS na população pediátrica.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1016/j.htct.2018.09.007
dc.identifier.issn2531-1387
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/61943
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofHematology, transfusion and cell therapy
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLeucemia mieloide aguda
dc.subjectAnálise citogenética
dc.subjectPrognóstico
dc.subjectCriança
dc.subject.otherAcute myeloid leukemia
dc.subject.otherCytogenetic analysis
dc.subject.otherPrognostic factors
dc.subject.otherChildren
dc.titleCytogenetic abnormalities, WHO classification, and evolution of children and adolescents with acute myeloid leukemia
dc.title.alternativeAnormalidades citogenéticas, classificação da OMS e evolução de crianças e adolescentes com leucemia mieloide aguda
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage243
local.citation.issue3
local.citation.spage236
local.citation.volume41
local.description.resumoObjectives: To describe cytogenetic and molecular abnormalities observed in children and adolescents with acute myeloid leukemia (AML), classify AML according to the World Health Organization (WHO) classifications from 2008 and 2016, and evaluate the prognosis according to clinical characteristics and cytogenetic abnormalities. Methods: A retrospective longitudinal study was performed on a population of 98 patients with AML, aged up to 16 years, seen in a single hospital from 2004 to 2015. Results: Among the 80 patients for whom it was possible to analyze the karyotype, 78.7% had chromosomal changes, the most frequent being t(15;17)(q22;q21). Of the 86 patients for whom we had cytogenetic or molecular data, making it possible to classify their AML according to the WHO classification, 52.3% belonged to the group with recurrent genetic abnormalities, 22% to the “AML not otherwise specified” group, 18.6% to the group with myelodysplasia-related cytogenetic changes, and 7% to the group with Down syndromerelated leukemia. Five-year overall survival (OS) for the whole group was 49.7% ± 5.2%. In the univariate and multivariate analyses, patients with myelodysplasia-related cytogenetic changes (OS 28.1% ± 12.2%) and those with “AML not otherwise specified” (OS 36.1% ± 11.2%) had an unfavorable prognosis when compared to patients with AML with recurrent genetic abnormalities (OS 71% ± 5.8%) and patients with Down syndrome-related AML (OS 83% ± 15.2%, p = 0.011). Conclusions: The results corroborate the importance of cytogenetic abnormalities as a prognostic factor and indicate the need for cooperative and prospective studies to evaluate the applicability of the WHO classification in the pediatric population.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9665-2115
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/htct/a/3CPbGrkmcYpnYJVcLGR5zYd/abstract/?lang=en#

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