Control of phenolic oxidation in the in vitro culture of Astronium urundeuva (M. Allemão) Engl.
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Controle da oxidação fenólica no cultivo in vitro de Astronium urundeuva (M. Allemão) Engl.
Control de la oxidación fenólica en el cultivo in vitro de Astronium urundeuva (M. Allemão) Engl.Engl.
Control de la oxidación fenólica en el cultivo in vitro de Astronium urundeuva (M. Allemão) Engl.Engl.
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Resumo
Astronium urundeuva (Aroeira-do-sertão) is a Brazilian native species with silvicultural potential for logging. In the in vitro cultivation of the species, difficulties such as phenolic oxidation have been observed, mainly from explants collected from adult matrix trees. Thus, the explants originating from seeds are an alternative for the propagation of the species to minimize oxidation. In this context, the study aimed to evaluate the action of ascorbic acid, activated charcoal, and polyvinylpyrrolidone in controlling phenolic oxidation in the in vitro culture of A. urundeuva. Apical shoots obtained from seedlings of A. urundeuva germinated in vitro were used as explants. They were cultivated in MS50% culture medium plus ascorbic acid (0.2; 0.4; 0.6, and 0.8 mg.L-1) and activated charcoal (3.0; 6.0; 9.0, and 12 g.L-1) and polyvinylpyrrolidone (0.5; 1.0; 1.5 and 2.0 g.L-1). After in vitro culture, ascorbic acid, activated charcoal, and PVP at concentrations of 0.2 mg.L-1, 12 g.L-1 and 1.5 g.L-1, respectively, were effective in controlling phenolic oxidation. At this concentration, activated charcoal completely regulated the phenolic oxidation of the seedlings. The results of this work demonstrate the feasibility of antioxidants in minimizing the effects of phenolic oxidation, especially with the use of activated charcoal, and open perspectives for further studies of micropropagation of A. urundeuva, both in juvenile and adult genetic materials, contributing to its conservation and assisting in the genetic improvement of the species.
Abstract
Astronium urundeuva (aroeira-do-sertão) é uma das espécies nativas com potenciais silviculturais para exploração madeireira.
No cultivo in vitro da espécie tem-se observado dificuldades como a oxidação fenólica, principalmente a partir de explantes coletados
de árvores matrizes adultas. Dessa forma, a utilização de explantes originários de sementes é uma alternativa para a propagação da
espécie, afim de minimizar a oxidação. Neste contexto, o objetivo do estudo foi avaliar a ação de ácido ascórbico, carvão ativado e
polivinilpirrolidina no controle da oxidação fenólica no cultivo in vitro de A. urundeuva. Brotações apicais obtidas a partir de plântulas de A. urundeuva germinadas in vitro foram utilizadas como explantes. Estes foram subcultivados em meio de cultura MS50%, acrescido dos antioxidantes ácido ascórbico (0,2; 0,4; 0,6 e 0,8 mg.L-1) carvão ativado (3,0; 6,0; 9,0 e 12 g.L-1) e polivinilpirrolidona (0,5; 1,0; 1,5 e 2,0 g.L-1). Após o cultivo in vitro, o ácido ascórbico, carvão ativado e PVP nas concentrações de 0,2 mg.L-1,12 g.L-1 e 1,5 g.L-1 respectivamente, foram efetivos no controle de oxidação fenólica. O carvão ativado nesta concentração controlou totalmente a oxidação fenólica das plântulas. Os resultados deste trabalho demonstram a viabilidade dos antioxidantes na minimização dos efeitos da oxidação fenólica, especialmente com o uso do carvão ativado e abre perspectivas para maiores estudos de micropropagação de A.urundeuva, tanto de materiais genéticos juvenis quanto adultos, contribuindo para a sua conservação e auxiliando em trabalhos de melhoramento genético da espécie.
Assunto
Aroeira-do-sertão, Vitamina C, Carbono ativado, Antioxidantes, Plantas - Melhoramento genético
Palavras-chave
Anacardiaceae, Aroeira-do-sertão, Juvenile shoots, Antioxidant
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