Tratamento do adulto com leucemia mielóide aguda em países em desenvolvimento: experiência do Hospital das Clínicas - UFMG

dc.creatorEvandro Maranhao Fagundes
dc.date.accessioned2019-08-11T10:18:15Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:21:17Z
dc.date.available2019-08-11T10:18:15Z
dc.date.issued2004-08-26
dc.description.abstractWe have described that socioeconomic status (SES) is associated with outcomes of ALL childhood and may he associated with AML outcomes as well. Complete remission (CR), overall survival (OS) and leukemia free survival (LFS) for adult AML treated in developing counries seem to be inferior to those reported in Europe and North American trials. We hare used the human development index (HDI) of the United Nations as a SES factor and associated it with death at induction, CR, use of high dose Ara-C (Hidac), OS and LFS of adult patients with "de novo" AML. Among 124 consecutive patients retrospectively analyzed, 46 (37 %) died during induction, 66 reached CR (53%) and 46 (37%) received Hidac consolidation. ln univariate and multivariate analyzes, the HDI lower than 0,660 was associated with lower chance to receive Hidac (p=0,001) and a trend for higher induction mortality (p=0,062).The OS and LFS at 5 years were 17%±3% and 26%±6% respectively for all patients and 36%±7% and 30%±7% respectively for those receiving Hidac. ln univariate analysis, the HDI was associated with OS (p=0.003) and in multivariate analysis vvith LFS (p=0,000). However it was not associated with survival for patients receiving Hidac (p=0,133). The survival for patients who received Hidac consolidation is similar to those reported in developed countries. However, the small number of patients receiving Hidac precluded better results. Poor SES. measured by HDI, may be a factor in patient selection for intensive treatment and consequently may be associated with survival.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-98SHPT
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLeucemia mielóide aguda /mortalidade
dc.subjectCitarabina
dc.subjectLeucemia mieloide aguda /quimioterapia
dc.subjectAdultos
dc.subjectSobrevivência livre de doença
dc.subjectResultado de tratamento
dc.subjectLeucemia mielóide aguda/terapia
dc.subjectFatores socioeconômicos
dc.subjectEtoposida/uso terapêutico
dc.subjectPaíses em desenvolvimento
dc.subjectSobrevida
dc.subjectDesenvolvimento humano
dc.subject.otherCiências Aplicadas à Saúde do Adulto
dc.titleTratamento do adulto com leucemia mielóide aguda em países em desenvolvimento: experiência do Hospital das Clínicas - UFMG
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Nelma Cristina Diogo Clementino
local.contributor.advisor1Enio Roberto Pietra Pedroso
local.contributor.referee1Nelma Cristina Diogo Clementino
local.contributor.referee1Roberto Passetto Falcao
local.contributor.referee1Suely Meireles Rezende
local.description.resumoA mortalidade durante a indução da remissão completa (RC) de adultos com leucemia rnielóide aguda (LMA) é superior em países em desenvolvimento. Este estudo analisou, retrospectivamente, se adultos com LMA "de novo" que recebem altas doses de Ara-c (Hidac) após RC apresentam sobrevida global (SG) e SLD (SLD) semelhantes àquelasrelatadas nos países desenvolvidos e associou o índice de desenvolvimento humano (IDH) da Organização das Nações Unidas com os resultados. De 124 pacientes, 46 (37 %) faleceram durante a indução, 66 obtiveram RC (53%) e 46 (37%,) receberam Hidac após a RC. O IDH inferior a 0,66 foi associado na análise multivariada, com menor probabilidade de receber Hidac (p=0,001) e com uma tendência a maior mortalidade durante a indução (p=0,062). A SG e a SLD estimadas aos 5 anos foram 17%±3% e 26%±6% respectivamente, para todos os 124 pacientes e 36%±7% e 30%±7% respectivamente, para aqueles que receberam Hidac. O IDH associou-se à SG (p=0,003) na análise univariada e com a SLD na análise multivariada (p=0,0000) dos 124 pacientes, mas não com a SG (p=0,08) e SLD (0,13) daqueles que receberam Hidac. A sobrevida para adultos com LMA tratados com Hidac e similar àquela relatada em nações desenvolvidas. No entantor o pequeno número de pacientes que receberam Hidac impediu melhores resultados gerais. É possível que a condição socioeconómica, avaliada pelo lDH, possa ser um fator na seleção de pacientes que recebem tratamento intensivo e conseqüentemente associar-se a sobrevida.
local.publisher.initialsUFMG

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