Vozes e escritas dissidentes

dc.creatorFlávia Helena Santos Péret
dc.date.accessioned2022-10-10T15:24:15Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:48:18Z
dc.date.available2022-10-10T15:24:15Z
dc.date.issued2022-02-23
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/46135
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectSociologia educacional
dc.subjectEpistemologia social
dc.subjectEducação - Relações de gênero
dc.subjectPoesia - Aspectos sociológicos
dc.subjectPoesia - Aspectos políticos
dc.subjectMulheres na educação
dc.subjectMinorias sexuais
dc.subjectIdentidade sexual na educação
dc.subject.otherVoz
dc.subject.otherEscrita
dc.subject.otherPoesia falada
dc.subject.otherEpistemologias
dc.subject.otherDissidência
dc.titleVozes e escritas dissidentes
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Renata Pereira Lima Aspis
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0261355165283379
local.contributor.referee1Renata Moreira Marquez
local.contributor.referee1Mariana Peceguini Ruggieri
local.contributor.referee1Roberta Marques do Nascimento
local.contributor.referee1Lucía Tennina
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0607294819661164
local.description.resumoA voz, entendida simultaneamente como texto, poema, enunciação, fala, discurso, expressão, invenção e potência é o centro desta tese. Não as vozes hegemônicas, sancionadas pelos corpos que historicamente tiveram acesso ao poder, mas vozes dissidentes, desviantes, rebeldes, desobedientes das normas e dos modos do pensar, do falar e, consequentemente, do saber. Para mapear esse corpus dinâmico e suas potentes reverberações, pratica-se a escrita literária de viés autobiográfico e a escuta participativa. Por meio de uma aglomeração de vozes, articulada entre a narrativa em primeira pessoa, a conversa com artistas da Poesia Falada e leituras de diferentes naturezas, busca-se desembaraçar os fios de uma história polifônica, a fim de apresentar tanto os procedimentos criados pelo regime sexista e racista de distribuição da voz quanto as táticas de vocalização da subjetividade dissidente. Neste sentido, entendem-se os dois atos (vocalizar e escrever) como gestos de construção de epistemologias antipatriarcais, antirracistas, anticoloniais e anticapitalistas que criam, imaginam e realizam modos, ativos, inventivos e políticos, de viver.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - Conhecimento e Inclusão Social

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