Jetztzeit a aura da obra dinâmica a partir dos retratos de Poe e Wilde: a aura da obra dinâmica a partir dos retratos de Poe e Wilde

dc.creatorCarmen Cristiane Borges Losano
dc.date.accessioned2019-08-13T08:25:55Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:50:13Z
dc.date.available2019-08-13T08:25:55Z
dc.date.issued2013-05-22
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-97YJ5W
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBenjamin, Walter, 1892-1940 Crítica e interpretação
dc.subjectWilde, Oscar, 1854-1900 Retrato de Dorian Gray Crítica e interpretação
dc.subjectPoe, Edgar Allan, 1809-1849 Retrato oval Crítica e interpretação
dc.subjectPintura e literatura
dc.subjectArte na literatura
dc.subjectAura
dc.subjectEstética da recepção
dc.subjectOriginalidade na arte
dc.subject.otherrecepção
dc.subject.otheraura
dc.subject.otherarte
dc.titleJetztzeit a aura da obra dinâmica a partir dos retratos de Poe e Wilde: a aura da obra dinâmica a partir dos retratos de Poe e Wilde
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Georg Otte
local.contributor.referee1Elisa Maria Amorim Vieira
local.contributor.referee1Marcos Antonio Alexandre
local.contributor.referee1Sergio Alves Peixoto
local.contributor.referee1Claudia Mariza Braga
local.description.resumoO conceito de aura se constitui, em Benjamin, a partir dos critérios de autenticidade, originalidade e unicidade da obra de arte. Considerando que tais critérios se observam em obras de arte estático-espaciais, como a pintura e a escultura, então as obras dinâmico-temporais não poderiam ser consideradas auráticas. Para analisar as fronteiras entre obras estáticas e dinâmicas, selecionamos duas narrativas literárias que acumulam traços da literatura (obra dinâmica) e da pintura (obra estática), por meio da descrição pictural. Os textos selecionados são: um conto do escritor norte-americano Edgar Allan Poe, intitulado O retrato oval, e o romance do irlandês Oscar Wilde, O retrato de Dorian Gray. Nas descrições picturais dessas narrativas, as telas contêm aspectos de vida e/ou mobilidade, o que 'transgride' os critérios benjaminianos. Fisicamente, não há mobilidade, mas os escritores - e os leitores - compreendem que sim. Nesse sentido, direcionamos nossos trabalhos para o receptor, com base na 'Estética da Recepção'. Compreendemos que a aura não se encontra mais na obra em si, mas na autonomia do olhar do receptor; é o olhar que concede aura à obra. Consideramos a autonomia do olhar nas possibilidades de dinamização do estático (como em Poe e em Wilde) e na paralisação no dinâmico, quando o receptor considera único - e estanque - dado momento da recepção de uma obra dinâmica. Assim, tentamos traduzir os critérios de Benjamin para a obra dinâmica, em especial para a Literatura.
local.publisher.initialsUFMG

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