Fracasso escolar
| dc.creator | Ivandilson Carneiro dos Santos | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-13T23:38:15Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T22:53:44Z | |
| dc.date.available | 2019-08-13T23:38:15Z | |
| dc.date.issued | 2011-01-27 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUBD-9FCH59 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Educação | |
| dc.subject | Escolas Organização e administração | |
| dc.subject | Rendimento escolar Avaliação | |
| dc.subject.other | Gestão Escolar | |
| dc.title | Fracasso escolar | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Rita Cristina Lima Lages e Silva | |
| local.description.resumo | No atual sistema educacional brasileiro, um dos problemas cruciais diz respeito ao fracasso escolar, gerando uma forte incidência de busca dos responsáveis pelo insucesso, partindo da percepção de um jogo onde ora culpamos a criança, ora a família, ora uma determinada classe social, ora todo um sistema econômico, político e social. Verdadeiramente, existe um culpado para a não-aprendizagem? Se a aprendizagem advém de um vínculo, sendo um processo que ocorre entre subjetividades, de forma alguma pode ser possível considerar como culpada uma única pessoa; e nos alicerçamos em Fernandez (1994),1 quando assevera que culpa, ou seja, se considerar culpado, está no nível imaginário, colocando que o inverso da culpa é a responsabilidade. Para ser responsável por seus atos é necessário sair do lugar da culpa. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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