Manejo, extrativismo e análise morfológica da fava-danta (Dimorphandra mollis Benth.) na região do Norte de Minas Gerais

dc.creatorJosefina Dorotea Nunes
dc.date.accessioned2019-08-11T03:50:28Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:34:34Z
dc.date.available2019-08-11T03:50:28Z
dc.date.issued2010-10-08
dc.description.abstractThe uncontrolled exploitation of tropical ecosystems, mainly the Cerrado, has caused a reduction of several medicinal plant species causing damage to the entire population because many drugs that could be discovered are lost. The lack of information, not only of professionals but also local population over the extraction, has hindered the use of effective strategies for management and conservation of the Cerrado species. The fava-d'anta is one of those native species that have economic potential because of rutin, which is used in the manufacture of pharmaceuticals and cosmetics. Through the ethnobotanical study, constant and systematic observation of the phenomena and their characteristics and empirical experiments of these resources, we mayconduct multidisciplinary work for the establishment of priorities forsustainable management. The aim of this work was to analyze aspects of fava-d'anta collection activity by extractivists and traders. Structuredinterviews with 61 extractivists and traders were conducted in the cities ofBrasilia de Minas, Coração de Jesus, Japonvar, Francisco Dumont,Luislândia, Jequitaí, São Francisco and the communities of Olhos dágua and Abóboras in the municipality of Montes Claros. It was found that the collection of fava-d'anta is an alternative for rural workers for their income is lower than the traders due to several factors. The season of the greatest production is during the months of April to July and the biannuality of the fruit leads to a change in the extraction place. It was observed the participation of the whole family in this activity and that the greatest difficulty for collectors is the process of drying and collection and for the traders, the greatest difficulty is to sell it. The use of the sickle, the knife and other instruments is common and the planting or seedling production has not been the usual practice of the respondents.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/NCAP-8HGG68
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCiências Agrárias
dc.subject.otherEducação ambiental
dc.subject.otherConservação
dc.subject.otherPlanta medicinal
dc.subject.otherExtrativismo predatório
dc.titleManejo, extrativismo e análise morfológica da fava-danta (Dimorphandra mollis Benth.) na região do Norte de Minas Gerais
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Candido Alves da Costa
local.contributor.advisor1Ernane Ronie Martins
local.contributor.referee1Candido Alves da Costa
local.contributor.referee1Lourdes Silva Figueiredo
local.contributor.referee1Rosana Gonçalves Rodrigues-das-Dôres
local.description.resumoA exploração desenfreada dos ecossistemas tropicais, principalmente o Cerrado, tem provocado uma redução de inúmeras espécies medicinais, levando prejuízos para toda a população, pois se perdem inúmeros fármacos que poderiam ser descobertos. A falta de informações, não só por parte dos profissionais, mas também da população local sobre o extrativismo, tem dificultado o uso de estratégias eficazes de manejo e de conservação das espécies do cerrado. A fava-danta é uma dessas espécies nativas que possuem potencial econômico, devido à rutina, que é usada na fabricação defármacos e de cosméticos. Por meio do estudo etnobotânico, da observação constante e sistemática dos fenômenos, de suas características e da experimentação empírica desses recursos, pode-se conduzir trabalho multidisciplinar, para o estabelecimento das prioridades para o manejo sustentável. O objetivo deste estudo foi analisar os aspectos da atividade de coleta da fava-danta pelos extrativistas e pelos comerciantes. Realizou-se entrevista estruturada com 61 extrativistas e comerciantes, nos municípios de Brasília de Minas, Coração de Jesus, Japonvar, Francisco Dumont, Luislândia, Jequitaí, São Francisco e nas comunidades de Olhos dÁgua e Abóboras, no município de Montes Claros. Constatou-se que a coleta dafava-danta é uma alternativa para os trabalhadores rurais, sendo sua renda inferior à dos comerciantes. A época de maior produção ocorre entre os meses de abril a julho, a bienalidade do fruto leva à mudança do local de extração e observou-se o auxílio de toda a família na atividade, tendo como maior dificuldade para os coletores a secagem e a coleta, e, para os comerciantes, a venda. O uso de foice, do facão e de outros instrumentos é comum e o plantio ou a produção de mudas não tem sido prática habitual dos entrevistados.
local.publisher.initialsUFMG

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