Aproximação à escola discursiva dos Robinsons

dc.creatorDaniel Reizinger Bonomo
dc.date.accessioned2023-07-13T23:17:51Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:38:11Z
dc.date.available2023-07-13T23:17:51Z
dc.date.issued2021-06-30
dc.description.abstractThis essay aims to characterize a discursive school founded by Daniel Defoe with the publication of Robinson Crusoe three hundred years ago. The hypothesis that Robinson Crusoe inaugurates an important tradition for the development of the novel as a genre is supported through the observation of its formal economy and its presumed reading responses, which change over time, as shown by comparisons of different narratives that restore somehow the original model of Defoe in new contexts, such as The Swiss Family Robinson (Johann David Wyss), Godfrey Morgan (Jules Verne), Suzanne and the Pacific (Jean Giraudoux), Friday or the other Island (Michel Tournier), The Sexual Life of Robinson Crusoe (Michel Gall), and The Invention of Morel (Adolfo Bioy Casares). The dissimilarity between these titles contributes to the understanding of the continuities at stake as well as to outlining the distinctiveness of Defoe’s fiction in perspective.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.35699/2317-2096.2021.26029
dc.identifier.issn2317-2096
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/56207
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofAletria: Revista de Estudos de Literatura
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDefoe, Daniel, 1661?-1731
dc.subjectAnálise do discurso literário
dc.subject.otherDaniel Defoe
dc.subject.otherRobinson Crusoé
dc.subject.otherRobinsonada
dc.subject.otherTeoria narrativa
dc.titleAproximação à escola discursiva dos Robinsons
dc.title.alternativeApproaching Robinsons’ Discursive School
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage243
local.citation.issue2
local.citation.spage223
local.citation.volume31
local.description.resumoO objetivo do texto é contribuir para a definição de uma escola discursiva fundada por Daniel Defoe em Robinson Crusoé, há trezentos anos. A hipótese de que o título inaugura uma tradição importante para o desenvolvimento do romance como gênero é sustentada pela observação de sua economia formal e de seus prováveis efeitos de leitura, que se transformam no tempo e nas diferentes realizações que repõem o modelo em novos contextos, mais ou menos distantes do original. Assim aparecem, aqui, além do primeiro e do segundo Robinson de Defoe, interpretações de O Robinson suíço (Johann David Wyss), A escola dos Robinsons (Júlio Verne), Suzana e o Pacífico (Jean Giraudoux), Sexta-Feira ou os limbos do Pacífico (Michel Tournier), A vida sexual de Robinson Crusoé (Michel Gall) e A invenção de Morel (Adolfo Bioy Casares), que representam configurações narrativas desiguais, mas relevantes para o entendimento em perspectiva das continuidades em jogo.
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0003-4516-7683
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG

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