Qual o impacto dos antidepressivos na movimentação dentária ortodôntica? uma revisão sistemática e meta-análise em modelos experimentais

dc.creatorLucas Gonçalves Santos
dc.date.accessioned2025-11-18T00:16:34Z
dc.date.issued2025-02-01
dc.description.abstractAntidepressants (AD) are a class of medications used to treat depression, as well as anxiety disorders, neuropathic pain, and even sleep disorders. Orthodontists should assess whether ADs can interact with or interfere with the progress of orthodontic treatment. The use of ADs has increased globally in recent years, and speculation about a possible interaction of these medications with orthodontic tooth movement (OTM) has been growing in the scientific literature. To integrate clinical and histological data from the literature on the impact of ADs during OTM into a systematic review and meta-analysis (CRD42023477371). Searches were conducted by two independent reviewers, with no date or language restrictions, in the following databases: Embase, Scopus, Web of Science, PubMed, and LILACS. Google Scholar, LIVIVO, and Proquest were also checked. Inclusion criteria required controlled animal studies exposed to ADs, detailing dose, frequency, administration, and evaluating the same teeth, devices, and orthodontic forces. Qualitative and quantitative analyses were collected. Risk of bias was assessed using the SYRCLE’s RoB Tool, and the quality of available evidence was evaluated with GRADE. The meta-analysis was performed using the RevMan tool. Results are presented as mean and standard deviation. Among 287 records identified, 11 studies (669 rats and 15 dogs) published between 2014 and 2023 were included. Data from four studies were pooled into eight meta-analyses. Six ADs were identified. A closed Ni-Ti spring fixed with a steel ligature wire ranging from 0.010” to 0.015” was used in all included studies. In rats, the first upper molar was used, connecting the orthodontic device to the upper central incisors (25 to 60gF). In dogs, the second premolars and canines were selected (200gF). No significant differences were found between the AD and control groups at various time points and with different antidepressants (p>0.05). Meta-analyses showed no differences in OTM between the fluoxetine group and control at 3 days (k=2) (MD= -1.33mm; 95% CI [−4.18, 1.53]), at 7 days (MD= -1.41mm; 95% CI [−5.03, 2.22]), at 14 days (MD=1.44mm; 95% CI [−1.54, 4.43]), and amitriptyline with the control group at 60 days (k=2) (MD= -0.54mm; 95% CI [−1.72, 0.65]). Regarding the number of osteoclasts, no statistical differences were found between the fluoxetine and control groups at 3 days (k=2) (MD=0.11; 95% CI [−0.22, 0.43]), at 7 days (MD=0.07; 95% CI [−0.25, 0.40]), at 14 days (MD=0.91; 95% CI [0.56, 1.25]), as well as amitriptyline and the control group at 60 days (k=2) (MD=0.11; 95% CI [−1.04, 1.26]). The certainty of the evidence was very low. The impact of ADs on experimental models of OTM is not significantly different from that of models without ADs.
dc.format.mimetypePDF
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/868
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectAntidepressivos
dc.subjectTécnicas de movimentação dentária
dc.subjectRevisão sistemática
dc.subject.otherAntidepressivos Movimento ortodôntico Revisão sistemática
dc.titleQual o impacto dos antidepressivos na movimentação dentária ortodôntica? uma revisão sistemática e meta-análise em modelos experimentais
dc.title.alternativeWhat is the impact of antidepressants on orthodontic tooth movement? A systematic review and meta-analysis of experimental models
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor-co1Lucas Guimarães Abreu
local.contributor.advisor-co1IDhttps://orcid.org/0000-0003-2258-8071
local.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9222249281656947
local.contributor.advisor1Leniana Santos Neves
local.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-0746-5551
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8945044579021820
local.contributor.referee1Bruno da Silva Vieira
local.contributor.referee1Felipe Weidenbach Degrazia
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7166869185383667
local.description.resumoOs antidepressivos (AD) são uma classe de medicamentos usados para tratar a depressão, assim como transtornos de ansiedade, dor neuropática e até distúrbios do sono. Os ortodontistas devem verificar se os AD podem interagir ou até interferir na progressão do tratamento ortodôntico. O uso de AD tem aumentado mundialmente nos últimos anos e a especulação sobre uma possível interação desses medicamentos com o movimento dentário ortodôntico (MDO) tem crescido na literatura científica. Integrar dados clínicos e histológicos da literatura sobre o impacto dos AD durante o MDO em uma revisão sistemática e meta-análise (CRD42023477371). As buscas foram conduzidas por dois revisores independentes, sem restrição de data ou idioma, nas seguintes bases de dados: Embase, Scopus, Web of Science, PubMed e LILACS. Google Scholar, LIVIVO e Proquest também foram verificados. Os critérios de inclusão requeriam estudos controlados de animais expostos a AD, detalhando dose, frequência, administração, e avaliando os mesmos dentes, dispositivos e forças ortodônticas. Análises qualitativas e quantitativas foram coletadas. O risco de viés foi realizado usando a Ferramenta SYRCLE’s RoB Tool e a qualidade das evidências disponíveis com o GRADE. A meta-análise foi conduzida usando a ferramenta RevMan. Os resultados são apresentados na forma de média e desvio padrão. Entre 287 registros identificados, 11 estudos (669 ratos e 15 cães) publicados entre 2014 e 2023 foram incluídos. Dados de quatro estudos foram agrupados em oito meta-análises. Seis AD foram identificados. Uma mola fechada de Ni-Ti fixada com um fio de ligadura de aço variando de 0,010” a 0,015” foi utilizada em todos os estudos incluídos. Nos ratos foi utilizado o primeiro molar superior conectando o dispositivo ortodôntico aos incisivos centrais superiores (25 a 60gF). Nos cães, os segundos pré-molares e caninos foram selecionados (200gF). Não foram encontradas diferenças significativas entre os grupos de AD e controle em diversos períodos de tempo e com diferentes antidepressivos (p>0,05). Meta-análises mostraram ausência de diferenças no MDO entre grupo fluoxetina e controle em 3 dias (k= 2) (MD= -1,33mm; IC 95% [−4,18, 1,53]), em 7 dias (MD= -1,41mm; IC 95% [−5,03, 2,22]), em 14 dias (MD=1,44mm; IC 95% [-1,54, 4,43]), e amitriptilina com o grupo controle em 60 dias (k=2) (MD= -0,54mm; IC 95% [-1,72, 0,65]). Quanto ao número de osteoclastos não foram encontradas diferenças estatísticas nos grupos fluoxetina e controle em 3 dias (k= 2) (MD= 0.11; 95% CI [−0.22, 0.43]), em 7 dias (MD= 0.07; 95% CI [−0.25, 0.40]), em 14 dias (MD= 0.91; 95% CI [0.56, 1.25]), assim como amitriptilina e grupo controle em 60 dias (k=2) (MD= 0.11; 95% CI [−1.04, 1.26]). A certeza da evidência foi muito baixa. O impacto dos AD em modelos experimentais no MDO não é significativamente diferente ao daqueles sem AD.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6985-6646
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOPEDIATRIA E ORTODONTIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Ortodontia
local.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIA::ORTODONTIA

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