Farmacoterapia da insônia na infância e adolescência: uma revisão sistemática

dc.creatorThainá Godinho Miranda
dc.date.accessioned2024-03-04T15:46:48Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:44:58Z
dc.date.available2024-03-04T15:46:48Z
dc.date.issued2023-10-11
dc.description.abstractAmong sleep disorders, insomnia is the most prevalent worldwide, affecting approximately 45% of the global population. It is estimated that 25% of children and 34% of adoles- cents experience difficulties sleeping. Insomnia Disorder (ID) has its own neurobiological mechanisms associated with behavioral, cognitive, and psychosocial changes. Additionally, insomnia is commonly observed as a comorbidity in children, especially those with neu- rodevelopmental disorders. Pharmacological treatments investigated for pediatric insomnia include antihistamines, benzodiazepines, Z-class drugs and melatonin. However, there is limited evidence for the prescription of these medications. This study aims to identify the current pharmacological treatment used in insomniac children and adolescents, evaluating efficacy, safety, and adverse effects. An extensive literature search was conducted, encom- passing electronic bibliographic databases and clinical trial registries, between December 2022 and January 2023. Among the 181 studies identified, only 10 were included in the analysis. It was observed that 12.5% of the studies were considered to have low risk of bias in all domains, while 37.5% had identified issues in at least one domain, which could affect the validity of the results. Additionally, 50% of the randomized studies were classified as high risk of bias, suggesting a significant potential for bias. Melatonin was the most investigated drug in the selected studies. Regarding adverse effects, side effects were reported with the use of supplemental melatonin, eszopiclone, and flurazepam. To obtain more robust conclusions about the efficacy and safety of the investigated medications, study replication and further research are needed.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/65120
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFarmacologia
dc.subjectDistúrbios do Início e da Manutenção do Sono
dc.subjectTratamento Farmacológico
dc.subjectHipnóticos e Sedativos
dc.subjectBenzodiazepinas
dc.subjectMelatonina
dc.subject.otherBenzodiazepínicos
dc.subject.otherInsônia infantil
dc.subject.otherFarmacoterapia
dc.subject.otherHipnóticos
dc.subject.otherMelatonina
dc.titleFarmacoterapia da insônia na infância e adolescência: uma revisão sistemática
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Prof. Dr. Fabrício Moreira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9762674962145732
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9821399898041850
local.description.resumoEntre os distúrbios do sono, a insônia é o mais prevalente mundialmente, afetando cerca de 45% da população global. Estima-se que 25% das crianças e 34% dos adolescentes apresentam dificuldades para dormir. O Transtorno da Insônia (TI) possui mecanismos neurobiológicos próprios, associados a alterações comportamentais, cognitivas e psicos- sociais. Além disso, é comum observar a insônia como uma comorbidade em crianças, especialmente aquelas com transtornos do neurodesenvolvimento. Os tratamentos farmaco- lógicos investigados no para a insônia infantil incluem anti-histamínicos, benzodiazepínicos, fármacos da classe Z e melatonina. No entanto, há evidência limitada para a prescrição desses medicamentos. Este estudo tem como objetivo identificar o tratamento farmacológico atualmente utilizado em crianças e adolescentes insones, avaliando eficácia, segurança e efeitos adversos. Foi realizada uma extensa busca na literatura, abrangendo bases de dados bibliográficas eletrônicas e registros de ensaios clínicos, entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023. Dentre os 181 estudos identificados, apenas 10 foram incluídos na análise. Observou-se que 12,5% dos estudos foram considerados com baixo risco de viés em todos os domínios, enquanto 37,5% apresentaram questões identificadas em pelo menos um domínio, o que pode afetar a validade dos resultados. Além disso, 50% dos estudos randomizados foram classificados como alto risco de viés, sugerindo um potencial significativo de en- viesamento. A melatonina foi o fármaco mais investigado nos estudos selecionados. Em relação aos efeitos adversos, foram relatados efeitos com o uso de melatonina suplementar, eszopiclona e flurazepam. Para obter conclusões mais robustas sobre a eficácia e segurança dos medicamentos investigados, são necessárias replicação dos estudos e novas pesquisas.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8306-7344
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Farmacologia

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