Historical perspective and biotechnological trends to block arboviruses transmission by controlling Aedes aegypti mosquitos using different approaches
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Perspectiva histórica e tendências biotecnológicas para bloquear a transmissão de arbovírus através do controle de mosquitos Aedes aegypti usando diferentes abordagens
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Resumo
Continuous climate changes associated with the disorderly occupation of urban areas
have exposed Latin American populations to the emergence and reemergence of
arboviruses transmitted by Aedes aegypti. The magnitude of the financial and political
problems these epidemics may bring to the future of developing countries is still
ignored. Due to the lack of effective antiviral drugs and vaccines against arboviruses,
the primary measure for preventing or reducing the transmission of diseases depends
entirely on the control of vectors or the interruption of human-vector contact. In Brazil
the first attempt to control A. aegypti took place in 1902 by eliminating artificial sites
of eproduction. Other strategies, such as the use of oviposition traps and chemical
control with dichlorodiphenyltrichlorethane and pyrethroids, were successful, but only for
a limited time. More recently, biotechnical approaches, such as the release of transgenics
or sterile mosquitoes and the, development of transmission blocking vaccines, are
being applied to try to control the A. aegypti population and/or arbovirus transmission.
Endemic countries spend about twice as much to treat patients as they do on the
prevention of mosquito-transmitted diseases. The result of this strategy is an explosive
outbreak of arboviruses cases. This review summarizes the social impacts caused by
A. aegypti-transmitted diseases, mainly from a biotechnological perspective in vector
control aimed at protecting Latin American populations against arboviruses.
Abstract
Mudanças climáticas contínuas associadas à ocupação desordenada de áreas urbanas
expuseram as populações latino-americanas ao surgimento e ao ressurgimento de
arbovírus transmitidos pelo Aedes aegypti. A magnitude da situação financeira e política
problemas que estas epidemias podem trazer para o futuro dos países em desenvolvimento ainda são
ignorado. Devido à falta de medicamentos antivirais e vacinas eficazes contra arbovírus,
a principal medida para prevenir ou reduzir a transmissão de doenças depende
inteiramente no controle de vetores ou na interrupção do contato homem-vetor. No brasil
a primeira tentativa de controle de A. aegypti ocorreu em 1902 com a eliminação de sítios artificiais
de produção. Outras estratégias, como o uso de armadilhas de oviposição e
controle com diclorodifeniltricloretano e piretróides, foram bem sucedidos, mas apenas para
um tempo limitado. Mais recentemente, abordagens biotécnicas, como a libertação de transgénicos
ou mosquitos estéreis e o desenvolvimento de vacinas bloqueadoras da transmissão, são
sendo aplicado para tentar controlar a população de A. aegypti e/ou a transmissão de arbovírus.
Os países endêmicos gastam cerca de duas vezes mais para tratar pacientes do que gastam no
prevenção de doenças transmitidas por mosquitos. O resultado desta estratégia é um explosivo
surto de casos de arbovírus. Esta revisão resume os impactos sociais causados pela
Doenças transmitidas por A. aegypti, principalmente do ponto de vista biotecnológico em vetores
controle destinado a proteger as populações latino-americanas contra arbovírus.
Assunto
Aedes, Arbovírus, Vacinação
Palavras-chave
Aedes, Arboviruses, Vector Control of Diseases, Vaccines
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https://www.frontiersin.org/journals/medicine/articles/10.3389/fmed.2020.00275/full