A corporeidade na primeira infância
| dc.creator | Katia Ramos Pereira Ponta | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-12T12:34:40Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:39:00Z | |
| dc.date.available | 2019-08-12T12:34:40Z | |
| dc.date.issued | 2012-07-07 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/VRNS-9NKNGK | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Socialização | |
| dc.subject | Educação pre-escolar | |
| dc.subject.other | Socialização | |
| dc.subject.other | Comportamento e Brincadeiras | |
| dc.subject.other | Desenvolvimento | |
| dc.subject.other | Corporeidade | |
| dc.title | A corporeidade na primeira infância | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Regina Celia Passos Ribeiro de Campos | |
| local.description.resumo | O presente estudo buscou realizar uma análise critica da prática pedagógica realizada em uma Unidade Municipal de Educação Infantil UMEI, em uma turma composta por 17 crianças da faixa etária de 2 a 3 anos de idade. O projeto de pesquisa e o plano de ação visaram destacar a importância da corporeidade na Educação Infantil a partir da relação entre desenvolvimento e aprendizagem da criança com o meio fazendo um paralelo com as teorias de Piaget, Vygotsky, Wallon, dentre outros e investigar como as crianças demonstram suas emoções através do corpo. O trabalho destaca também a relevância das brincadeiras corporais para o pleno desenvolvimento da criança, abordando a psicomotricidade e as fases da moralidade infantil. Como metodologia de ação realizou-se a pesquisa-ação, segundo a qual o pesquisador desenvolve uma ação conjunta com os participantes. Essa metodologia fundamentou-se em um plano de ação com a turma envolvendo atividades que enfatizaram a questão de regras, limites e combinados e tiveram como objetivo perceber como as crianças agem mediante as atividades, e se modificam seus comportamentos. Em relação às atividades executadas, percebeu-se que a maioria das crianças interagiram com seus pares, mas quando a brincadeira demandava o uso de algum outro objeto, como uma bola por exemplo, elas entravam em atrito por causa da disputa pelo objeto, que só se resolvia após a intervenção da professora. Em outra atividade que se baseia em comandos da professora, as crianças se interagiram sem problemas, demonstrando obediência ao adulto. Essas e outras evidências reafirmam os pressupostos da teoria de Piaget, que destacam essa fase como sendo a do egocentrismo e início da heteronomia. Concluindo, esse trabalho promoveu a compreensão sobre a socialização e formação de regras das crianças na primeira infância e ressaltou o papel das intervenções do professor ou de outro adulto no sentido de diminuir os atos de agressividade, que ao ajuda-las a manifestarem seus sentimentos através de sua corporeidade de forma lúdica e prazerosa, proporciona o desenvolvimento integral das mesmas. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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