Uso de ambientes por anfíbios anuros em seis parques urbanos de Belo Horizonte, Minas Gerais

dc.creatorPriscilla Ferreira Torres
dc.date.accessioned2019-08-13T04:02:33Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:48:26Z
dc.date.available2019-08-13T04:02:33Z
dc.date.issued2012-04-25
dc.description.abstractThe group of amphibians is quite diverse with 6.771 species, with Brazil being the country that hosts the greatest diversity with 877 species. The group is experiencing a global crisis of decline which emphasizes the need for studies to understand the group, mainly because the speed in which the populations are being threatened exceeds the speed that new knowledge is generated. Deforestation is considered the major threat, leading to the isolation of populations and modifying characteristics of the fragment what influences the composition of the remaining communities as well as inter and intraspecific relationships of species themselves and with their environments. Studies on ecology in urban environments are scarce, especially in Brazil. These often address the diversity and species richness in fragments, further research being necessary to quantity and quality terrestrial environments available, use and selection of these habitats, specific responses to urbanization, dispersal and movement of amphibians in urban areas, and the factors that better explain the occurrence of species in fragments. Thus, the present study aimed to investigate the relationship between richness and abundance of amphibians with different landscape components (total area, vegetated area, constructed area and water body surface areas), analyzing the similarity among species composition. The study also aimed to understand the population structure, species distribution and resource use of potential competitor sympatric species through the analysis of overlap in the three dimensions of niche (food, habitat and period of activity) in six urban parks in Belo Horizonte, Minas Gerais.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9TPFJT
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEcologia
dc.subject.otherComunidades de anuros
dc.subject.otherAbundância de espécies
dc.subject.otherRiqueza de espécies
dc.subject.otherSobreposição de nicho
dc.subject.otherUrbanização
dc.subject.otherPadrões de distribuição
dc.titleUso de ambientes por anfíbios anuros em seis parques urbanos de Belo Horizonte, Minas Gerais
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Paulo Christiano de Anchieta Garcia
local.contributor.referee1Paula Cabral Eterovick
local.contributor.referee1Renato Neves Feio
local.contributor.referee1Frederico de Siqueira Neves
local.description.resumoO grupo dos anfíbios anuros é bastante diverso com, atualmente, 6.771 espécies, sendo o Brasil o país que abriga a maior diversidade com 877. Desde a década de 1980 o grupo vem sofrendo uma crise global de declínio populacional o que reforça a necessidade de estudos para a compreensão dos mecanismos envolvidos nesses processos, principalmente porque a velocidade com que as populações vêm declinando ultrapassa a velocidade com que geramos novos conhecimentos. O desmatamento é considerado como uma das maiores ameaças, provocando o isolamento das populações e modificando as características do fragmento, o que influencia a composição das comunidades remanescentes, bem como as relações inter e intraespecíficas das espécies e dessas com o ambiente. Estudos sobre ecologia em ambientes urbanos são escassos, especialmente no Brasil. Esses, frequentemente abordam a diversidade e riqueza de espécies nos fragmentos, sendo necessária uma maior investigação sobre quantidade e qualidade dos ambientes terrestres disponíveis, uso e seleção desses ambientes, respostas específicas a urbanização, dispersão e movimentação dos anfíbios em paisagens urbanas, e os fatores ambientais que melhor explicam a ocorrência das espécies nos fragmentos. Assim o presente trabalho buscou entender as relações entre riqueza e abundância de anfíbios com diferentes componentes de paisagem (área total, área vegetada, área construída e área dos corpos dágua), analisando a similaridade entre as composições de espécies; e entender a estrutura populacional, distribuição e uso de recursos por espécies, potencialmente competidoras, através da análise de sobreposição nas três dimensões do nicho (alimento, habitat e período de atividade), em seis parques urbanos de Belo Horizonte, Minas Gerais.
local.publisher.initialsUFMG

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