A igualdade em paradoxo: uma abordagem enunciativa

dc.creatorLuiz Francisco Dias
dc.creatorThalita Nogueira de Souza
dc.date.accessioned2023-08-11T17:23:44Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:40:30Z
dc.date.available2023-08-11T17:23:44Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractThis study does a semantic analysis of the term equality. It was based on the French enunciation theory developed in Brazil by Guimarães (1995; 2002). The object of the analysis was the legal texts produced by the ministers of the Supreme Court, in which uses of the word equality appear. The results of the analysis show that the meaning of this word is not based on the relationship "A is equal to B". This new meaning is based on the relationship "A should be equal to B". Thus, the ministers justify the decision to adopt racial quotas, in the selection processes for universities, in order to transform this new concept into reality.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.15448/1984-4301.2018.2.28707
dc.identifier.issn19844301
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/57751
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofLetrônica
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAnálise do discurso
dc.subjectLinguística
dc.subject.otherEnunciação
dc.subject.otherIgualdade
dc.subject.otherFormação nominal
dc.titleA igualdade em paradoxo: uma abordagem enunciativa
dc.title.alternativeEquality in paradox: an enunciative approach
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage191
local.citation.issue2
local.citation.spage181
local.citation.volume11
local.description.resumoEste estudo realiza uma análise semântica do termo igualdade. Utilizou-se como fundamento a teoria da enunciação de linha francesa, desenvolvida no Brasil por Guimarães (1995; 2002). A análise tomou como objeto textos jurídicos produzidos por ministros do Supremo Tribunal Federal, nos quais aparecem os usos da palavra igualdade. Os resultados da análise indicam que a significação dessa palavra não está fundamentada na relação “A igual a B”. Esse novo sentido está fundamentado na relação “A deve ser igual a B”. Assim, os ministros justificam a decisão de adotar cotas raciais nos processos de seleção para as universidades, no intuito de transformar em realidade esse novo conceito.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0819-4797
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1190-7700
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/letronica/article/view/28707

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