Métodos Contraceptivos: uma revisão bibliográfica
| dc.creator | Luiz Carlos de Almeida | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-11T07:02:16Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:04:09Z | |
| dc.date.available | 2019-08-11T07:02:16Z | |
| dc.date.issued | 2011-06-01 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUBD-A79HA8 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Estratégia Saúde da Família | |
| dc.subject.other | Planejamento Familiar | |
| dc.subject.other | Preservativos | |
| dc.subject.other | Métodos Contraceptivos | |
| dc.subject.other | Métodos Anticoncepcionais | |
| dc.subject.other | Ginecológicos | |
| dc.subject.other | Preventivos | |
| dc.title | Métodos Contraceptivos: uma revisão bibliográfica | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Anezia Moreira Faria Madeira | |
| local.description.resumo | No Brasil, a prevalência do uso de contraceptivo é elevada, no entanto, ainda há um percentual significativo de gravidezes indesejadas, abortos provocados e mulheres que não querem mais ter filhos ou querem tê-los mais tarde, porém não estão usando métodos contraceptivos. O uso de métodos contraceptivos é reconhecido como a variável intermediária de maior importância na determinação dos níveis de fecundidade. Em relação à assistência em anticoncepção no Brasil, naPesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS) de 1996 o método contraceptivo por laqueadura tubária representou 40% dos casos e a pílula anticoncepcional, 21%. A maioria das mulheres submetidas à laqueadura se encontra dentro das classes de menores índices de escolaridade e nível econômico. Estas taxas de prevalência do uso de anticoncepcionais são similares àquelas dos países desenvolvidos. Oobjetivo desta monografia é fazer uma revisão bibliográfica sobre os tipos de métodos contraceptivos e o uso correto, indicações, contra-indicações e reversibilidade dos métodos anticoncepcionais mais utilizados pelas mulheres jovens adultas na faixa etária de 20 a 39 anos. Foram revisadas as publicações mais relevantes do Medline, Lilacs e Scielo sobre o tema e selecionados vários artigos originais em revisão não sistemática. As informações referem-se ao período de 2000a 2009. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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