A leitura e a escrita em classes de educação infantil: a atuação do professor
| dc.creator | Silvia Helena Ferraz Lopasso | |
| dc.date.accessioned | 2023-02-07T12:56:11Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:47:20Z | |
| dc.date.available | 2023-02-07T12:56:11Z | |
| dc.date.issued | 2010-12-11 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/49657 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/ | |
| dc.subject.other | Educação infantil | |
| dc.subject.other | Linguagem escrita | |
| dc.subject.other | Ambiente alfabetizador | |
| dc.subject.other | Prática docente | |
| dc.title | A leitura e a escrita em classes de educação infantil: a atuação do professor | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Mônica Corrêia Baptista | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/3951926269873970 | |
| local.contributor.referee1 | Vitória Líbia Barreto | |
| local.contributor.referee1 | Fátima Regina Teixeira de Salles Dias | |
| local.description.resumo | Nas últimas décadas, questões sobre quando iniciar a linguagem escrita vêm sendo discutidas. Algumas pessoas, por influência da teoria condutista acreditam que a melhor idade seria a partir dos seis anos, por acreditar que a criança já teria chegado ao nível de desenvolvimento desejado. No final dos anos 80, sob a influência da teoria sociocognitiva e sociocultural da aprendizagem, passa a prevalecer a noção de que a aprendizagem da criança pequena nas diferentes esferas do conhecimento humano não deve ser compreendida como pré-requisito para o ensino fundamental, mas como algo que faz parte do processo de desenvolvimento infantil. Do ponto de vista do aprendizado da leitura e da escrita, essa nova concepção de aprendizagem exerceu grande influência quer entre os teóricos da Educação quanto sobre os professores da educação básica. Dentre a reformulação conceitual, destaca-se a noção de que o conceito de língua escrita é muito mais que um código que transforma sons da fala em sinais gráficos e vice-versa, mas, sobretudo um sistema de representação e, como tal, um objeto sociocultural. Este estudo pretendeu demonstrar a importância da leitura de histórias para crianças e de se trabalharem diversos suportes e tipos de textos. O tema deste trabalho consiste em investigar salas de aula de uma Unidade Municipal de Educação Infantil, compreendendo-as como espaços alfabetizadores e verificar como as professoras que atuam em classes de crianças de três a cinco anos trabalham alfabetização e o letramento dentro destes espaços. O plano de ação criou dentro de uma sala de três anos de idade um ambiente alfabetizador e desenvolveu atividades que pretenderam estimular a oralidade e a escrita. Um dos instrumentos de pesquisa empregado foi o questionário que pôde apontar as opiniões dos professores da instituição em relação à alfabetização e ao letramento e, ao mesmo tempo, buscou conscientizá-los acerca da necessidade de se instituir uma nova prática de ensino, | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Curso de Especialização em Educação e Docência |