A invisibilidade da criança negra no espaço escolar

dc.creatorEloisa Maria Clarete Veloso
dc.date.accessioned2019-08-12T08:22:28Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:14:54Z
dc.date.available2019-08-12T08:22:28Z
dc.date.issued2015-05-09
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-ADRLN5
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectProfessores de ensino fundamental Formação 
dc.subjectMulticulturalismo Estudo e ensino (Ensino fundamental)
dc.subjectEducação Relações de gênero 
dc.subjectEducação Relações etnicas 
dc.subject.otherInvisibilidade Criança negra Escola Racismo
dc.titleA invisibilidade da criança negra no espaço escolar
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Jose Raimundo Lisboa da Costa
local.description.resumoO presente estudo discorre sobre a criança negra que não se vê representada de forma digna em seus aspectos identitários e culturais no espaço escolar, frente ao silêncio entranhado no ritual pedagógico, que por séculos vem reproduzindo práticas racistas no cotidiano escolar. As reivindicações do Movimento Negro por uma educação antirracista sempre denunciaram a desigualdade racial presente na sociedade brasileira desde os primórdios da escravidão até osdias atuais. A Lei 10.639/03 é o fruto dessa luta incessante do Movimento Negro que busca no currículo desconstruir a imagem negativa e distorcida da cultura africana e afro-brasileira. No campo das reflexões sobre a falta de visibilidade da criança negra no espaço escolar, temos como referências teóricas principais: Fazzi (2004), Cavalleiro (2003), Gomes (2010) e Santomé (2005). Buscamos também investigar por meio de questionário a percepção das professoras no que se refere à receptividade e aplicabilidade da Lei 10.639/03 na sala de aula e a percepção da família em torno de projetos voltados para a educação étnico-racial na escola. Para a intervenção pedagógica organizamos, atividades de canto e percussão, objetivando intensificar atitudes de empatia que viabilizem a abordagem da diversidade raciale cultural entre as crianças. Consideramos imprescindível e defendemos a construção de um currículo aberto para a diversidade e a formação permanente de professores (as) para a superação do racismo na escola.
local.publisher.initialsUFMG

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