Trajetórias identitárias de jovens negros a partir de coletivos culturais do conjunto habitacional Palmital/Santa Luzia/MG

dc.creatorMoises Ferreira Geraldo
dc.date.accessioned2019-08-09T16:36:29Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:29:16Z
dc.date.available2019-08-09T16:36:29Z
dc.date.issued2015-08-24
dc.description.abstractThe research focuses on the identity trajectories of black young people that has been participating in two cultural collectives of Palmital housing estate, located in the outskirts of the city of Santa Luzia in the metropolitan region of Belo Horizonte capital city of Minas Gerais state. It is a qualitative research based on oral history methodology in the format of oral narrative of life. Semi-structured interviews were conducted with four young black people from two evangelical cultural collectives of the neighborhood, the first group regards to urban dance called Cia Liberdade (two young people) and the second one regards to a rap group called Justaposição (two young people). Interviews were conducted from August to December 2014. The data allowed to describe and understand the challenges and strategies developed by the research participants that have faced in their daily lives situations of violence, poverty and inequality, which become barriers in their life trajectories. The construction of the ethnic-racial identity in Palmital was given in multiple places where these young people were placed, such as the family, school, work, neighborhood and collective. Such spaces come closer the life stories of young people who have in common the place where they live and the racial belonging. In summary, the survey allowed us to analyze the different insertions that young people do in the same locality and the meanings attributed to their experiences as young people in the collective where they took part. The research allows us to understand in what extent the different dimensions of family, education, labor, way of life in the neighborhood and experiences in cultural collective earned own outlines for each young and established connections with a common identity from the place as a living space.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-A4LHYP
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectNegros Aspectos sociais
dc.subjectRelações étnicas
dc.subjectEducação
dc.subjectJuventude Aspectos sociais
dc.subjectIdentidade
dc.subject.otherTerritório
dc.subject.otherJuventude
dc.subject.otherIdentidade negra
dc.titleTrajetórias identitárias de jovens negros a partir de coletivos culturais do conjunto habitacional Palmital/Santa Luzia/MG
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Rodrigo Ednilson de Jesus
local.contributor.advisor1Geraldo Magela Pereira Leao
local.contributor.referee1Rodrigo Ednilson de Jesus
local.contributor.referee1Shirley Aparecida de Miranda
local.contributor.referee1Dyane Brito Reis Santos
local.description.resumoA pesquisa tem como estudo as trajetórias identitárias de jovens negros participantes de dois coletivos culturais do Conjunto Habitacional Palmital, localizado na periferia da cidade de Santa Luzia na Região metropolitana de Belo Horizonte no estado de Minas Gerais. Trata-se de uma pesquisa qualitativa que utilizou a metodologia da história oral, na modalidade relatos orais de vida. Foram realizadas entrevistas semiestruturada com quatro jovens de dois coletivos culturais evangélicos do bairro, o primeiro um grupo de danças urbanas denominado Cia Liberdade (dois jovens) e o segundo um grupo de rap chamado de Justaposição (dois jovens). O período das entrevistas compreendeu os meses de agosto a dezembro de 2014. Os dados permitiram descrever e compreender os desafios e as estratégias elaboradas pelos participantes da pesquisa para enfrentar no seu cotidiano as situações de violência, pobreza e a desigualdade, que se transformam em barreiras nas suas trajetórias de vida. A construção da identidade étnico-racial no Palmital se dava nos múltiplos espaços onde esses jovens estavam inseridos, tais como: a família, a escola, o trabalho, o bairro e os coletivos. Tais espaços aproximam as histórias de vida de uma juventude que têm em comum o lugar onde moram e o pertencimento racial. Em síntese, a pesquisa nos permitiu analisar as diferentes inserções que os jovens fazem em uma mesma localidade e os significados atribuídos às suas experiências como jovens nos coletivos dos quais participavam. A pesquisa permitiu compreender em que medida as diferentes dimensões da família, da escolarização, do trabalho, da vivência no bairro e das experiências nos coletivos culturais ganhavam contornos próprios para cada jovem e as conexões estabelecidas com uma identidade comum a partir do lugar como espaço vivido.
local.publisher.initialsUFMG

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