Utilização de isovistas 3d na análise de um plano de paisagem: um estudo de caso no município de rio novo

dc.creatorCaio Augusto Rabite de Almeida
dc.creatorRenato César Ferreira de Souza
dc.date.accessioned2024-01-30T13:50:23Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:19:54Z
dc.date.available2024-01-30T13:50:23Z
dc.date.issued2021
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2525-7390
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/63481
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongressos para o Planeamento Urbano, Regional, integrado e Sustentável
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPlanejamento urbano
dc.subjectPaisagem
dc.subject.otherArquitetura
dc.subject.otherIsovistas 3d
dc.subject.otherPlano de Paisagem
dc.titleUtilização de isovistas 3d na análise de um plano de paisagem: um estudo de caso no município de rio novo
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage12
local.citation.issuePluris 2021 - 9° Congresso Luso-brasileiro Para o Planejamento Urbano, Regional, Integrado e Sustentável
local.citation.spage1
local.description.resumoEste artigo apresenta a utilização de uma ferramenta para análise de Isovistas 3D, em uma cidade pequena e direcionadas para sua contribuição instrumental na formação de diretrizes para a preservação dos elementos visíveis de uma paisagem, cenário em que apesar de possuírem uma tendência de urbanização menos acelerada, carecem de regulamentos, estudos técnicos e profissionais habilitados para o devido acompanhamento da proteção de seu patrimônio edificado e paisagístico. O entorno de um elemento de interesse históricocultural vem ganhando cada vez mais importância sobre o debate de gestão e preservação, do qual persistem obstáculos já conhecidos sobre a efetividade de instrumentos de proteção jurídica a estes objetos de valor, a política e falta de planejamento do espaço que abarcam cada vez mais diversos interesses conflituosos que aumentam a necessidade de se elaborar um planejamento direcionado a estas questões. As isovistas surgem como uma aplicação teórico-prática que traça um conjunto de pontos no espaço que são visíveis a partir de determinado ponto de vista, originalmente a concepção de isovista foi introduzida no campo da geografia da paisagem e só posteriormente em estudos arquitetônicos e urbanísticos. Sua utilização pode sugerir aplicação úteis para o design urbano, em particular na previsão do impacto de novos edifícios e dos recursos de visibilidade em determinado contexto físico. Apresenta-se como estudo de caso, a aplicação de um método que propõe a análise de isovistas auxiliadas por uma ferramenta de natureza CAD da Praça Marechal Floriano Peixoto no município de Rio Novo, Minas Gerais, no intuito de explorar a visibilidade dos edifícios que compõe seu entorno frente a uma verticalização hipotética que possa alterar a visibilidade do conjunto original da paisagem. Os resultados apontam para a contribuição de insumos para a proposição de possíveis planejamentos e regulamentações que sejam concernentes na mediação de futuras transformações na paisagem local, as limitações dos procedimentos e a pouca utilização de instrumentos emergentes como auxílio de planejamento urbano e preservação.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://https://pluris2020.faac.unesp.br/home

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